"Por isso, digo-vos: não tenhais medo de construir a vossa vida na Igreja e com a Igreja! Sede orgulhosos do amor a Pedro e à Igreja que lhe foi confiada. Não vos deixeis enganar por aqueles que desejam opor Cristo à Igreja! Só existe um rochedo sobre o qual vale a pena construir a própria casa. Esta rocha é Cristo. Só há uma pedra sobre a qual vale a pena fundamentar tudo. Esta pedra é aquele a quem Cristo disse: 'Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja' (Mt 16, 18)".

Papa Bento XVI.
Discurso durante o encontro com os jovens no parque de Błonia. Cracóvia, 27 de Maio de 2006.

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quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Papa nomeia dois bispos para o Brasil

Nomeado bispo para a diocese de Campo Mourão O Papa Bento XVI nomeou hoje, 24, para Bispo da diocese de Campo Mourão, PR, o padre Francisco Javier Delvalle Paredes. Natural de Isla Pucu, Paraguai, e para a diocese de Guiratinga, MT, o padre Derek John Christopher Byrne, SPS (Sociedade Missionária de São Patrício), atualmente consultor da diocese de Juína (MT).PAdre Francisco DelvallePadre Francisco nasceu no dia 3 de dezembro de 1942.Fez curso superior de Filosofia e Pedagogia na Argentina e de Teologia, no Studium Theologicum, em Curitiba. Fez ainda curso superior de Espiritualidade, em Medellín, Colômbia e curso superior de Teologia Bíblica na Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção em São Paulo. Padre Francisco tem especialização em Pastoral Catequética, pelo Instituto Pio XI, em São Paulo, bem como pós-graduação em Teologia Bíblica e Metodologia de Ensino Religioso, no ITEPA e UCPEL, Passo Fundo (RS).Padre Francisco foi reitor do Seminário menor São Jose em Campo Mourão; responsável diocesano da Animação e Ação Missionária; coordenador diocesano da Catequese; representante diocesano do Clero; coordenador diocesano da Ação Evangelizadora; diretor espiritual do seminário; professor de Psicologia no Seminário de Filosofia; assessor diocesano dos MECES. Desde 2002 é membro do Colégio de Consultores diocesano é desde janeiro de 2008 e administrador diocesano. Padre Derek John ChristopherPadre Derek nasceu no dia 17 de janeiro de 1948. Fez seus estudos primário e colegial na Irlanda. É bacharel em Artes e Filosofia pela University College Cork da Irlanda; fez Teologia na ST. Patrick’s College, Kiltegan, Co. Wicklow, na Irlanda. Foi ordenado sacerdote no dia 09 de junho de 1973 na Sociedade Missionária de São Patrício.Esteve no Brasil de 1973 a 1980, quando atuou na paróquia de Cotia, da arquidiocese de São Paulo. De 1980 a 1990, esteve em Nova Jérsei nos Estados Unidos; de 1990 a 2002, foi membro do Conselho Geral da sua congregação, na Irlanda; em 2004, trabalhou na paróquia da Castanheira, na diocese de Juína.
Fonte: Canção Nova.

domingo, 21 de dezembro de 2008

A ORAÇÃO DO SENHOR "PAI NOSSO"

"Estando num certo lugar, orando, ao terminar, um de seus discípulos pediu-lhe:"Senhor, ensina-nos a orar, como João ensinou a seus discípulos" (Lc 11,1).Em resposta a este pedido que o Senhor confia a seus discípulos e à sua igreja a oração cristã fundamental.São Lucas traz um texto breve (de cinco pedidos - cf. Lc 11,2-4);são Mateus, uma versão mais desenvolvida (sete pedidos - cf. Mt 6,9-13).A tradição litúrgica da Igreja conservou o texto de são Mateus (CIC, n° 2759)que agora apresentamos em vários idiomas:
AlemãoDem Wort unseres Herrn und Erlösers gehorsam und getreu seinergöttlichen Weisung, wagen wir zu sprechen:
Vater unser im Himmel,Geheiligt werde dein Name.Dein Reich komme.Dein Wille geschehe,wie im Himmel so auf Erden.Unser tägliches Brot gib uns heute.Und vergib uns unsere Schuld,wie auch wie vergeben unsern Schuldigern.Und führe uns nicht in Versuchung,sondern erlöse uns von dem Bösen.
Erlöse uns, Herr, allmächtiger Vater, cvon allem Bösen und gib Frieden in unseren Tagen. Komm.

Basco
Gure Aita zeruetan zarana:santu izan bedi zure izena,etor bedi zure erreiñua,egin bedi zure naia zeruan bezela lurrean bere.Emoiguzu gaur cgun onetako ogiaparkatu gure zorrak,geuk bere gure zordunai parkatzen dautsgun eskero;eta ez gu tentaldira croan,baiño atara gagizuz gatxetik.

Ecumênica
Pai nosso que estás nos céus.Santificado seja o teu nome, venha o teu Reino.Seja feita a tua vontade assim na terra como no céu.O pão nosso de cada dia nos dá hoje, perdoa-nos as nossas ofensas,assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.E não nos deixeis cair em tentação,mas livra-nos do mal,pois teu é o Reino, o poder e a glória para sempre. Amém.

EspanholFieles a la recomendación del salvador y siguiendo su divina enseñanza nos atrevemos a decir:
Padre nuestro,que estás en el cielo,santificado sea tu Nombre,venga tu reino,hágase tu voluntaden la tierra como en el cielo;nuestro pan de cada dia,dadnos hoy.Perdona nuestras ofensas,como tambien nosotros perdonamos alos que nos ofenden;no nos dejes caer en la tentación,libranos del mal.
Libranos, Señor, de todos los males y concédenos la paz en nuestros
Filipino
Ama namin sumasalangit ka sambahinang ngalan mo mapasaamin angkaharian mo sundin ang loob modito sa lupa para na sa langit.Bigyan mo kami ngayon ng amingkakanin sa araw-araw atpatawarin mo kami sa aming mangasala para ng pagpapatawad naminsa manga natakasala sa aminat huwag mo kaming ipahintulot satukso at ihadya mo kami salahat ng masama. Amen.
FrancêsComme nous l’avons appris du Sauveur, et selon son commandement, nous osons dire:
Pater Noster
Notre Père qui es aux cieux,que ton nom soit sanctifié,que ton règne vienne,que ta volonté soit faitesur la terre comme au ciel.Donne-nous aujourd’huinotre pain de ce jour.Pardonne-nous nos offensés,comme nous pardonnons aussià ceux qui nos ont offensés.Et ne nous soumets pas à la tentation,mais délivre-nous du Mal.
Délivre-nous de tout mal, Seigneur.

Hebraico
Avinu Shebashamaim, Itkadesh shimba.Tavô Malkuteha, ieassê retsonha,Kebashamaim, ken baarets.Et lehem huquenu tem lanu haionuslab lanu al hataenukefi shosolhim gam anahnu lahot’im lanu,Velatevienu lidei nissaion,Ki im haltsenu min Hárá.Ki leha hamamlaha, haguevurá ve hatiferet,Leolmei ólamimAmen

InglêsLet us pray with confidence to the Father in the words our Savior gave us:
Our Father, who art in heaven,hallowed be thy name;Thy kingdom come;Thy will be done on earth as it is in heaven.Give us this day our daily bread;and forgive us our trespass against us;and lead us not into temptation,but deliver us from evil.
Deliver us, Lord, from every evil, and grant us peace in our day.

Irlandês
Ár nAthair atá ar neamh,go naofar d'ainm,go dtaga do ríocht,go ndéantar do thoil ar na talamhmar a dhéantar ar neamh.Ár n-arán laethúil tabhair dúinn inniuagus maith dúinn ár bhfiachamar a mhaithimidne dár bhféichiúna féinagus ná lig sinn i gcathú.ach saor sinn ó olc.Amen.

ItalianoObbedienti alla parola del Salvatore e formati al suo divino insegnamento, osiamo dire:
Padre nostro, che sei nei cieli,sia santificato il tuo nome,venga il tuo regno,sia fatta la tua vonlontà,come in cielo cosi in terra.Dacci oggi il nostro pane quotidiano,e rimetti a noi i nostri debiticomo noi li rimettiamo ai nostri debitori,e nos ci indurre in tentazione,ma liberaci dal male.
Liberaci, o Signore, da tutti i mali, concedi benigno la pace ai nostri.

Kiswahili
Baba yetu uliye mbinguni,Jina lako litukuzwe. UfalmeWako ufike. U takalo lifanyike,Duniani kama mbinguni. UtupeLeo mkate wetu wa kilaSiku. Utusamehe makosa yetu,Kama tunavyowasamehe naSisi waliotukosea. UsitutieKatika kishawish: lakiniUtuopoe maovuni. Anima.Kwa Kuwa Ufalme ni wakoNa nguvu hata milele

LatimPraecéptis salutáribus móniti, e divína instutióne formáti, audémus dicere:
Pater noster, qui es in caelis;sanctificetur nomen tuum;adveniat regnum tuum,fiat voluntas tua,sicut in caelo et in terra.Panem nostrum quotidianum da nobis hodie;et dimitte nobis debita nostra,sicut et nos dimittimusdebitoribus nostris;et ne nos inducas in tentationem;sed libera nos a malo.Libera nos, quaesumus, Dómine,ab ómmibus malis da propítiuspacem in diébus nostris.
NeenderlandesAangespoord door een gebos van de Heer en door zijn goddelijk woord onderricht, durven wij zeggen:
Onze Vader, die in de hemel zijt;uw naam worde geheiligd;uw rijk kome;uw wil geschiede op aarde zoals in de hemel.Geef ons heden ons dagelijks brood;en vergeef nos onze schuld,zoals ook wij aan anderen hunschuld vergeven;en leid ons van het kwade.
Verlos ons, Heer, van alle kwaad, geef vrede in onze

PortuguêsRezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor nos ensinou:
Pai nosso que estais nos céus,santificado seja o vosso nome;venha a nós o vosso reino,seja feita a vossa vontade,assim na terra como no céu;o pão nosso de cada dia nos daí hoje;perdoai-nos as nossas ofensas,assim como nós perdoamosa quem nos tem ofendidoe não nos deixeis cair em tentação,mas livrai-nos do mal.
Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz.

Tupi-Guarani
Orê rûbIgbàcupe tecoar,Ymoete pîramo,Nde rera toicôToûr nde ReinoTônhémonhangNderemîmotaraibîpeIgbâcupe, ynhemonhanga yabêOrê remiuAra yabiõ ndoâraEimceng cori orebe.Nde nhirõOre angaipaba recèOrebeOre terecómemoáçara çupeOre nhirõ yabeOre moarû carumé yepeTentação pupé:Ore pi cirõte yepe,Mbaê aiba çui.Amen IESV.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Ano B - Dia: 21/12/2008


O nascimento de Jesus é anunciado

Lc 1,26-38Quando Isabel estava no sexto mês de gravidez, Deus enviou o anjo Gabriel a uma cidade da Galiléia chamada Nazaré. O anjo levava uma mensagem para uma virgem que tinha casamento contratado com um homem chamado José, descendente do rei Davi. Ela se chamava Maria. O anjo veio e disse: - Que a paz esteja com você, Maria! Você é muito abençoada. O Senhor está com você. Porém Maria, quando ouviu o que o anjo disse, ficou sem saber o que pensar. E, admirada, ficou pensando no que ele queria dizer. Então o anjo continuou: - Não tenha medo, Maria! Deus está contente com você. Você ficará grávida, dará à luz um filho e porá nele o nome de Jesus. Ele será um grande homem e será chamado de Filho do Deus Altíssimo. Deus, o Senhor, vai fazê-lo rei, como foi o antepassado dele, o rei Davi. Ele será para sempre rei dos descendentes de Jacó, e o Reino dele nunca se acabará. Então Maria disse para o anjo: - Isso não é possível, pois eu sou virgem! O anjo respondeu: - O Espírito Santo virá sobre você, e o poder do Deus Altíssimo a envolverá com a sua sombra. Por isso o menino será chamado de santo e Filho de Deus. Fique sabendo que a sua parenta Isabel está grávida, mesmo sendo tão idosa. Diziam que ela não podia ter filhos, no entanto agora ela já está no sexto mês de gravidez. Porque para Deus nada é impossível. Maria respondeu: - Eu sou uma serva de Deus; que aconteça comigo o que o senhor acabou de me dizer! E o anjo foi embora.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

São José Manyanet y Vives

José Manyanet y Vives nasceu, em 7 de janeiro de 1833, no seio de uma família numerosa e cristã, em Tremp, Lleida, Espanha. Inteligente, mas pobre, para completar os seus estudos secundários teve de trabalhar na Escola Pia de Barbastro, e os eclesiásticos completou nos seminários diocesanos de Lleida e Urgell. Foi ordenado sacerdote em 1859. A preocupação com a formação moral e cristã das famílias era, sem dúvida, sua motivação maior. Sua grande aspiração era que "todas as famílias imitassem e bendizessem a Sagrada Família de Nazaré"; por isso queria formar "uma Nazaré em cada lar", fazer de cada família uma "Santa Família". Após anos de intenso trabalho na diocese de Urgell, a serviço do bispo, quando já ocupava o cargo de secretário de visita pastoral, sentiu-se chamado por Deus para fundar duas congregações religiosas. Contando com o apoio do bispo, em 1864 fundou a Congregação dos Filhos da Sagrada Família Jesus, Maria e José, e, dez anos depois, a Congregação das Missionárias Filhas da Sagrada Família de Nazaré, cuja missão era imitar, honrar e propagar o culto à Sagrada Família de Nazaré e procurar a formação cristã das famílias, principalmente por meio da educação e instrução católica da infância e juventude e do ministério sacerdotal. Promoveu a construção do Templo Expiatório da Sagrada Família, em Barcelona, destinado a perpetuar as virtudes e exemplos da Família de Nazaré e a ser o lar universal das famílias. A obra é do arquiteto servo de Deus Antônio Gaudí. Impulsionado por este carisma, escreveu várias obras; fundou a revista "A Sagrada Família"; as associações laicas dos Camareiros e Camareiras da Sagrada Família, hoje Associações da Sagrada Família, vinculadas aos seus institutos para se tornarem discípulos, testemunhas e apóstolos do mistério de Nazaré. Peregrinou em Lourdes, Roma e em Loreto para aprofundar-se no carisma da Família de Nazaré. De tal modo que o próprio carisma lhe penetra por toda a vida, pautada no mistério de uma vocação evangélica expressa nos exemplos de Jesus, Maria e José no silêncio de Nazaré. Padre José Manyanet pregou, abundantemente, a Palavra de Deus e suas obras foram crescendo apesar das grandes dificuldades. Teve uma vida de dolorosos sofrimentos por causa das doenças corporais que o atingiram e o atormentaram ao longo dos anos. Os últimos dezesseis anos ele conviveu com o que chamava de "as misericórdias do Senhor": chagas abertas espalhadas pelo corpo. No dia 17 de dezembro de 1901, o fundador foi, serenamente, para a casa do Pai. Seus restos mortais descansam na capela-panteão do Colégio Jesus, Maria e José, onde morreu, em Barcelona. Continuamente acompanhados pela oração e agradecimento de seus filhos e filhas espirituais e de inumeráveis jovens, crianças e famílias que se aproximaram de Deus atraídos por seu exemplo e seus ensinamentos. Atualmente, os dois institutos estão em vários países da Europa, nas duas Américas e África. A fama de santidade que o acompanhou em vida se estendeu por todos esses lugares. Foi beatificado pelo papa João Paulo II em 1984. A sua festa foi fixada pela Congregação para o Culto dos Santos em 16 de dezembro. O novo calendário litúrgico, entretanto, coloca esta festa em 17 de dezembro. O mesmo pontífice declarou santo José Manyanet y Vieves em 2004.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Voz do Pastor

UM SÍNODO SOBRE A PALAVRA DE DEUS
"A Palavra de Deus na vida e missão da Igreja" é o tema da 12a. Assembléia Geral ordinária dos Bispos, que acontecerá em Roma, de 5 a 26 de outubro próximo. A realização de um Sínodo é muito importante para a vida da Igreja, pois os temas tratados pelos Padres sinodais enriquecem sobremaneira a caminhada de nossas comunidades eclesiais. Até, porque o tema do atual Sínodo está intimamente conexo com a Eucaristia, tema do último Sínodo. Com efeito, não podemos falar da mesa da Palavra sem uma referência explícita à mesa da Eucaristia. Igualmente não podemos falar da Palavra de Deus sem recordar a Constituição dogmática do Vaticano II, que trata sobre a Divina Revelação (Dei Verbum).
Mais que repetir o conteúdo da "Dei Verbum", nossa expectativa é que o eminente Sínodo indique frutos novos que podemos escolher das Escrituras Sagradas. No instrumento de trabalho (Lineamento) em preparação ao Sínodo, sobretudo no capítulo II, aparecem as diversas formas com as quais a Igreja se alimenta da Palavra: na Liturgia e na oração, na evangelização e na catequese, na exegese na teologia, e na vida do crente. Ardentemente desejamos que, a partir deste Sínodo, um número muito mais expressivo de católicos se abeire da Fonte inesgotável da Palavra de Deus, familiarizando-se intimamente com ela. Familiarizar-se com a Palavra significa fazer da Palavra uma Pessoa que deseja estabelecer um diálogo profundo com a pessoa humana.
"Se alguém me ama, insiste Jesus, guardará minha Palavra e o meu Pai o amará e a ele viremos e nele estabeleceremos morada" (Jo 14,23). Infelizmente a maioria do nosso povo não tem o hábito da leitura orante da Bíblia. A esse respeito vale à pena lembrar o que dizia Santo Ambrósio: "A Deus falamos, quando oramos, a Deus escutamos, quando lemos suas palavras" (De officiis ministrorum,I,20,88).
A leitura assídua e orante da Palavra de Deus é, pois, essencial para a vida do discípulo e da discípula de Jesus. Urge, neste caso, a aquisição da ciência suprema que é o conhecimento de Jesus (cf. Fl 3,8), condição indispensável para o seguimento do Mestre. De fato, "desconhecer a Escritura é desconhecer Jesus Cristo" (São Jerônimo) e renunciar a anunciá-lo. Sendo assim, o trabalho da evangelização só é possível mediante um conhecimento vivencial da Palavra de Deus. È necessário que ela se converta em aumento no coração dos evangelizadores, para que, por experiência própria, vejam que as palavras de Jesus são espírito e vida (cf. Jo, 6,63); é preciso fundamentar nosso compromisso missionário e toda a nossa vida na rocha da Palavra de Deus (cf. DA, 247).
Mais e mais a Igreja apontará a Palavra de Deus como insubstituível prioridade pastoral. Certamente os Padres sinodais, reunidos em Roma, em outubro, indicarão a Bíblia Sagrada como fonte e luz para a caminhada do Povo de Deus. Feitos discípulos e discípulas de Jesus, penetremos na "Palavra excelente de Deus" (Hb 6,5); experimentemos seu sabor por melhor vivê-la e testemunhá-la na Igreja e no mundo... Enfim a Virgem do silêncio e da escuta nos ajude a encontrar o Verbo feito palavra. Assim, Ela ensinar-nos-á a anunciar aos de perto e aos de longe a riqueza insondável de Cristo (cf. Ef 3,8). (Artigo de Dom Moacyr Grechi)
Dom Moacyr José Vitti CSS
Arcebispo Metropolitano

sábado, 29 de novembro de 2008

Esquema do Advento


Começa com as vésperas do domingo mais próximo ao 30 de novembro e termina antes das vésperas do Natal. Os domingos deste tempo se chamam 1º, 2º, 3º, e 4º do Advento. Os dias 16 a 24 de dezembro (Novena de Natal) tendem a preparar mais especificamente as festas do Natal.
O tempo do Advento tem uma duração de quatro semanas. Este ano, começa no domingo 01 de dezembro, e se prolonga até a tarde do dia 24 de dezembro, em que começa propriamente o Tempo de Natal. Podemos distinguir dois períodos. No primeiro deles, que se estende desde o primeiro domingo do Advento até o dia 16 de dezembro, aparece com maior relevo o aspecto escatológico e nos é orientado à espera da vinda gloriosa de Cristo. As leituras da Missa convidam a viver a esperança na vinda do Senhor em todos os seus aspectos: sua vinda ao fim dos tempos, sua vinda agora, cada dia, e sua vinda há dois mil anos.
No segundo período, que abarca desde 17 até 24 de dezembro, inclusive, se orienta mais diretamente à preparação do Natal. Somos convidados a viver com mais alegria, porque estamos próximos do cumprimento do que Deus prometera. Os evangelhos destes dias nos preparam diretamente para o nascimento de Jesus. Com a intenção de fazer sensível esta dupla preparação de espera, a liturgia suprime durante o Advento uma série de elementos festivos. Desta forma, na Missa já não rezamos o Glória. Se reduz a música com instrumentos, os enfeites festivos, as vestes são de cor roxa, o decorado da Igreja é mais sóbrio, etc. Todas estas coisas são uma maneira de expressar tangivelmente que, enquanto dura nosso peregrinar, nos falta alo para que nosso gozo seja completo. E quem espera, é porque lhe falta algo. Quando o Senhor se fizer presente no meio do seu povo, haverá chegado a Igreja à sua festa completa, significada pela Solenidade do Natal.
Temos quatro semanas nas quais de domingo a domingo vamos nos preparando para a vinda do Senhor. A primeira das semanas do Advento está centralizada na vinda do Senhor ao final dos tempos. A liturgia nos convida a estar em vela, mantendo uma especial atitude de conversão. A segunda semana nos convida, por meio do Batista a “preparar os caminhos do Senhor”; isso é, a manter uma atitude de permanente conversão. Jesus segue chamando-nos, pois a conversão é um caminho que se percorre durante toda a vida. A terceira semana preanuncia já a alegria messiânica, pois já está cada vez mais próximo o dia da vinda do Senhor. Finalmente, a quarta semana nos fala do advento do Filho de Deus ao mundo. Maria é figura central, e sua espera é modelo e estímulo da nossa espera.
Quanto às leituras das Missas dominicais, as primeiras leituras são tomadas de Isaías e dos demais profetas que anunciam a Reconciliação de Deus e, a vinda do Messías. Nos três primeiros domingos se recolhem as grandes esperanças de Israel e no quarto, as promessas mais diretas do nascimento de Deus. Os salmos responsoriais cantam a salvação de Deus que vem; são orações pedindo sua vinda e sua graça. As segundas leituras são textos de São Paulo ou das demais cartas apostólicas, que exortam a viver em espera da vinda do Senhor.
A cor dos parâmentos do altar e as vestes do sacerdote é o roxo, igual à da Quaresma, que simboliza austeridade e penitencia. São quatro os temas que se apresentam durante o Advento:
I Domingo
A vigilância na espera da vinda do Senhor. Durante esta primeira semana as leituras bíblicas e a prédica são um convite com as palavras do Evangelho: “Velem e estejam preparados, pois não sabem quando chegará o momento”. É importante que, como uma família, tenhamos um propósito que nos permita avançar no caminho ao Natal; por exemplo, revisando nossas relações familiares. Como resultado deveremos buscar o perdão de quem ofendemos e dá-lo a quem nos tem ofendido para começar o Advento vivendo em um ambiente de harmonia e amor familiar. Desde então, isto deverá ser extensivo também aos demais grupos de pessoas com as quais nos relacionamos diariamente, como o colégio, o trabalho, os vizinhos, etc. Esta semana, em família da mesma forma que em cada comunidade paroquial, acenderemos a primeira vela da Coroa do Advento, de cor roxa, como sinal de vigilância e desejo de conversão.
II Domingo
A conversão, nota predominante da predica de João Batista. Durante a segunda semana, a liturgia nos convida a refletir com a exortação do profeta João Batista: “Preparem o caminho, Jesus chega”. Qual poderia ser a melhor maneira de preparar esse caminho que busca a reconciliação com Deus? Na semana anterior nos reconciliamos com as pessoas que nos rodeiam; como seguinte passo, a Igreja nos convida a acudir ao Sacramento da Reconciliação (Confissão) que nos devolve a amizade com Deus que havíamos perdido pelo pecado. Acenderemos a segunda vela roxa da Coroa do Advento, como sinal do processo de conversão que estamos vivendo.Durante esta semana poderíamos buscar nas diferentes igrejas mais próximas, os horários de confissões disponíveis, para quando cheguar o Natal, estejamos bem preparados interiormente, unindo-nos a Jesus e aos irmãos na Eucaristia.
III Domingo
O testemunho, que Maria, a Mãe do Senhor, vive, servindo e ajudando ao próximo. Na sexta-feira anterior a esse Domingo é a Festa da Virgem de Guadalupe, e precisamente a liturgia do Advento nos convida a recordar a figura de Maria, que se prepara para ser a Mãe de Jesus e que além disso está disposta a ajudar e a servir a todos os que necessitam. O evangelho nos relata a visita da Virgem à sua prima Isabel e nos convida a repetir como ela: “quem sou eu para que a mãe do meu Senhor venha a visitar-me?Sabemos que Maria está sempre acompanhando os seus filhos na Igreja, pelo que nos dispomos a viver esta terceira semana do Advento, meditando sobre o papel que a Virgem Maria desempenhou. Propomos que fomentar a devoção à Maria, rezando o Terço em família. Acendemos como sinal de esperança gozosa a terceira vela, de cor rosa, da Coroa do Advento.
IV Domingo
O anúncio do nascimento de Jesus feito a José e a Maria. As leituras bíblicas e a prédica, dirigem seu olhar à disposição da Virgem Maria, diante do anúncio do nascimento do Filho dela e nos convidam a “aprender de Maria e aceitar a Cristo que é a Luz do Mundo”. Como já está tão próximo o Natal, nos reconciliamos com Deus e com nossos irmãos; agora nos resta somente esperar a grande festa. Como família devemos viver a harmonia, a fraternidade e a alegria que esta próxima celebração representa. Todos os preparativos para a festa deverão viver-se neste ambiente, com o firme propósito de aceitar a Jesus nos corações, as famílias e as comunidades. Acenderemos a quarta vela da Coroa do Advento, de cor roxa.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Festa de Cristo Rei



No último domingo do Tempo Comum, a Igreja celebra a Festa de Cristo, Rei do Universo. Qual é o reino de Jesus Cristo? Poderíamos imaginá-lo sob a forma de um reino terreno, onde os valores como riqueza e poder são os critérios de julgamento? Certamente que não... Diante de Pilatos, Jesus vai afirmar: o meu reino não é deste mundo (Jo 19, 36). Sim, não pode ser deste mundo um reino que prefere o pobre, o excluído, o cativo. Não pode ser deste mundo o reino onde a justiça é instalada permanentemente, onde o amor ao próximo é a medida de julgamento, onde todos são iguais e merecem as mesmas oportunidades. Por isso o confronto de nossa humanidade com a proposta de Jesus. Instalar um reino nesses moldes entre nós ainda é um desafio. É desafiador reconhecer Jesus Cristo naquele mais pobre, mais necessitado, naquele que cheira mal ou que nos interpela por justiça. É desafiador pensar em um reino onde todos possam ser iguais, onde o que prevaleça seja o poder de serviço e não o poder autoritário que esmaga o outro. Saberemos um dia viver assim? Seremos capazes de assumir esta proposta em toda a sua radicalidade? Seremos, nós, ativos construtores dessa nova ordem? Este é o convite que a festa de Cristo Rei nos faz. Que saibamos responder afirmativamente a ele. Que possamos reconhecer em Jesus Cristo o convite à implementação de um novo reino e que sejamos seguidores fiéis de um rei de amor e de bondade.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

A Tempestade Vai Passar

video

Clique no Play para ver o clip do Padre Reginaldo Manzotti.

Igreja X Maçonaria

Eis porque Catolicismo e Maçonaria não são conciliáveis:
Desde o Papa Clemente XII, com a Constituição Apostólica “In eminenti”, de 28 de abril de 1738 até nossos dias, a Igreja tem proibido aos fiéis a adesão à Maçonaria ou associações maçônicas. Após o Concílio Vaticano II, houve quem levantasse a possibilidade de o católico, conservando a sua identidade, ingressar na Maçonaria. Igualmente, se questionou a qual entidade se aplicava o interdito, pois há várias correntes: se à anglo-saxônica ou à franco-maçonaria, a atéia e a deísta, anti-clerical ou de tendência católica. Para superar essa interrogação, o Documento da Congregação para a Doutrina da Fé, com data de 26 de novembro de 1983, e que trata da atitude oficial da Igreja frente à Maçonaria, utiliza a expressão “associações maçônicas”, sem distinguir uma das outras. É vedado a todos nós, eclesiásticos ou leigos, ingressar nessa organização e quem o fizer, está “em estado de pecado grave e não pode aproximar-se da Sagrada Comunhão”. Entretanto, quem a elas se associar de boa fé e ignorando penalidades, não pecou gravemente. Permanecer após tomar conhecimento da posição da Igreja, seria formalizar o ato de desobediência em matéria grave.
A Congregação, no mesmo Documento de 26 de novembro de 1983, declara que “não compete às autoridades eclesiásticas locais (Conferência Episcopal, Bispos, párocos, sacerdotes, religiosos) pronunciarem-se sobre a natureza das associações maçônicas, com um juízo que implique derrogação do quanto acima estabelecido”. O texto faz referência à Declaração de 17 de fevereiro de 1981, que reservava à Sé Apostólica qualquer pronunciamento que implicasse em derrogação da lei canônica em vigor. Tratava-se do cânon 2335 do Código de Direito Canônico de 1917, que previa excomunhão “ipso facto” a quem ingressasse na Maçonaria.
Reconhecer uma incompatibilidade doutrinária não implica fomentar um clima de hostilidade. Preservar a própria identidade e defendê-la, não significa incentivar atritos. Aliás, somente o respeito à Verdade facilita a paz e a busca da concórdia entre os indivíduos.
O novo Código de Direito Canônico assim se expressa: “Quem se inscreve em alguma associação que conspira contra a Igreja, seja punido com justa pena; e quem promove ou dirige uma dessas associações, seja punido com interdito” (cânon 1374). No dia seguinte à entrada em vigor do novo Código, isto é, 26 de novembro, é publicada a citada Declaração com a aprovação do Santo Padre. Diz o Documento que a Maçonaria não vem expressamente citada por um critério redacional e acrescenta: “Permanece, portanto, inalterado o parecer negativo da Igreja, a respeito das associações maçônicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a Doutrina da Igreja e, por isso, permanece proibida a inscrição nelas.
Em 1997, a Livraria do Vaticano editou uma obra intitulada “A Maçonaria nas disposições do Código de Direito Canônico de 1917 e de 1983”, de autoria de Zbigniew Suchecki. O sucesso levou à tradução para o italiano de outro livro do mesmo autor.
Eu fazia parte da Comissão do novo Código, na parte final da elaboração. Recordo-me bem. Houve uma emenda para fazer permanecer, de modo explícito, a condenação à Maçonaria, como foi obtido para o aborto, com excomunhão “latae sententiae”. A votação, no caso do abortamento, alcançou os dois terços requeridos e foi incluído o termo. No que se refere à Maçonaria, houve maioria em favor da explicitação da mesma associação, mas não com o índice requerido. Nos debates prévios foi alegado não ser necessário, pois o texto já continha uma proibição implícita.
Dom Boaventura Kloppenburg, em sua obra “Igreja e Maçonaria: conciliação possível?” recentemente reeditado em 4ª edição pela “Vozes”, trata profusamente deste assunto, no capítulo “Dos princípios do liberalismo religioso à maçonaria brasileira”. E no capítulo XI, “O Maçom perante a Igreja católica, As razões da condenação da Maçonaria” Frontal oposição de doutrinas”. Outra obra recém-publicada pela Editora “Santuário” é “Maçonaria e Igreja católica”, de Dom João Evangelista Martins Terra.
Permanecendo a proibição no ensinamento da Igreja, houve nesse período pós-conciliar uma profunda modificação no relacionamento entre pessoas, entre católicos e maçons. Embora permanecendo separadas, existe um clima de respeito mútuo que permite um diálogo. O exemplo foi o aparecimento de reuniões entre católicos e maçons para estudo como o de uma Comissão das Grandes Lojas reunidas da Alemanha e a Conferência Episcopal Alemã, de 1974 a 1980. A Declaração final do Episcopado alemão evidencia a incompatibilidade, pois a maçonaria não mudou em sua essência. A pesquisa acurada sobre rituais e os fundamentos dessa instituição demonstra a existência de doutrinas que se excluem. Entre as causas dessa separação, enumera: a ideologia dos maçons, o conceito de Verdade, de Religião, de Deus, a Revelação, sobre a tolerância, os ritos, a perfeição do homem e a espiritualidade. De outro lado, a realidade alemã vê a possibilidade de colaboração pastoral na área da caritativa.
O fato de existirem eclesiásticos na maçonaria prova que há falhas na disciplina. São dadas explicações, não justificativas, baseadas em situações históricas, como no caso da Independência do Brasil. Dom Boaventura Kloppenburg, em sua obra examina o assunto e o reduz a dimensões reais
O respeito mútuo e a fidelidade aos ensinamentos da Igreja nos possibilitam uma convivência pacífica com os irmãos maçons.
Fonte: Lista Católica Autor: Padre Eduardo Carlos Pereira.

domingo, 17 de agosto de 2008

20 Razões porque sou Católico

1) - A Igreja Católica tem como seu fundador o próprio Jesus Cristo e ela comprova a sua autoridade com a sucessão Apostólica (Mt 16,18-19).
A Igreja Católica é governada segundo a forma Bíblica:
Bispos: (Atos 20,28) (Fl 1,1) (Tt 1,8)
Presbíteros = anciãos: (Atos 15, 2-6) (Atos 15, 21) ( Atos 15, 18) (1Pedro 5, 1)
Diáconos: ( Atos 6, 1- 6)
2) - A Igreja Católica segue a advertência bíblica contra as divisões, cismas e sectarismo (Mt 12,25;16,18; Jo 10,16;17,20-23) ( Atos 4,32; Rom 13,13) 1 Cor 1,10-13; 3,3-4;10,17,11,18-19;12,12-27;14,33....)
3) - A Igreja Católica está fundamentada na autoridade da Bíblia (Hb 4, 12-13; 2Tm 3, 16-17); da Tradição, isto é, o conteúdo da doutrina cristã vindo desde o começo do cristianismo que garante a continuidade da única e mesma mensagem de Cristo (2Ts 2, 15) (1Cor 11, 2) e do Magistério, isto é, a palavra do Papa e dos Bispos unidos a ele (Mt 16, 19) (Lc 10,16).
4) - A Igreja católica recebeu a missão de ensinar a verdade e cuidar da Sã doutrina (Mt 28,19-20 e Atos 2,42), e assim evitar o erro das interpretações particulares que provocam discussões e divisões. Ela é "coluna e sustentáculo da verdade" (1 Tim 3,15)
5) - A Igreja Católica conservou a Bíblia com todos os livros do Antigo Testamento (46 livros), conforme o uso dos primeiros cristãos e confirmado pelos Concílios regionais de Hipona (393) Cartago III (397), Cartago IV (419) e Trulos (692). E, quanto ao Novo Testamento, inspirada por Deus, estabeleceu os 27 livros. Foi ela também quem dividiu a Bíblia em Capítulos e versículos para facilitar a sua leitura.
6) - A Igreja Católica tem os sete sinais da graça de Deus, Os Sacramentos: Batismo (Mt 28, 19) Crisma (Atos 8,18) Eucaristia (Mt 26, 26-29) Reconciliação ou confissão (Jo 20,23) Matrimônio (Mt 19, 3-9) Unção dos enfermos: (Tg 5, 13-15) Ordem (instituído por Jesus durante a última ceia, quando disse aos seus apóstolos na última ceia: "Fazei isto em memória de mim" (Lc 22,19)
7) - A Igreja católica acredita que o batismo é necessário para receber a salvação (Mc 16,16), o perdão dos pecados, o Espírito Santo (Atos 2,38) e tornar-se membro da Igreja (Atos 2,41).
8) - A Igreja católica continua a conceder o sacramento da Crisma do mesmo modo como no passado (Atos 8, 18), isto é, pelos bispos, sucessores dos apóstolos.
9) - A Igreja católica crê na presença real de Jesus na eucaristia (Jo 6,51.53-56). Ela vive fielmente as palavras da última ceia: "Isto é o meu corpo, que é dado por vós... Este Cálice é a Nova Aliança em meu sangue, que é derramado por vós" (Lc 22, 19.20). E ela cumpre na Santa Missa, o que manda São Paulo “Todas as vezes que comeis deste pão e bebeis deste cálice anunciais a morte do Senhor, até que ele venha” (1 Cor 11,26).
10) - A Igreja católica mantém a prática de dar uma nova oportunidade de perdão dos pecados através do sacramento da penitência ou confissão, conforme a vontade do seu fundador (Jo 20, 21-23).
Na Igreja Católica, os Sacerdotes receberam o poder de perdoar os pecados em nome de Deus. (Tiago 5,13-16) (Mateus 3, 4-6) (Neemias 9, 1-2)
11) - A Igreja Católica professa ser o matrimônio indissolúvel, conforme o ensino de seu fundador (Mt 19,3-9). E ao mesmo tempo tem misericórdia e acolhe com amor aqueles (as) que passaram pela dura experiência da separação.
12) - A Igreja católica continua o sacerdócio instituído por Jesus Cristo na última ceia (Lc 22,14-20), e continuado desde a Igreja primitiva (Atos 6,6; 14,22; 1 Tm 4,14; 2Tm 1,6) até os nossos dias.
13) - A Igreja continua a prática da unção dos enfermos para pedir a cura para espírito, alma e corpo, conforme ensino bíblico (Mc 6,13; 1Cor 12,9; Tg 5, 14-15) e a prática dos primeiros Cristãos passada de geração em geração até aos nossos dias.
14) - A Igreja Católica venera a Virgem Maria conforme uma profecia bíblica (Lc 1,48) e a vontade do próprio Jesus (Jo 19,25-27).
15) - A Igreja Católica professa quatro verdades fundamentais sobre Maria: 1º - Ela é a mãe de Deus (Lc 1,43) 2º - Permaneceu virgem antes, durante e depois de dar a luz ao Filho de Deus (Mt 1,16.18) 3º - Em vista do seu divino Filho foi concebida sem pecado (Imaculada Conceição) (Lc 1,28) 4º - Terminado o seu tempo na terra foi elevada ao céu em corpo e alma (Assunção) (Ap 12,1-14)
16) - A Igreja Católica aceita a autoridade dos Concílios Ecumênicos realizados desde o início do Cristianismo (Atos 15), e no decorrer dos séculos foram definindo a doutrina Cristã.
17) - A Igreja Católica crê na doutrina bíblica: Do céu (1Cor 2,9; Ap 21, 3-4), Inferno (Mc 9,43-44) Purgatório e no valor da oração pelos mortos (2Mac 12,39-45); 1Cor 3,11-15; Tb 12,12; 1Cor (15,29; 2Tm 1,16-18).
18) - A Igreja Católica acredita na eficácia da intercessão da Virgem Maria e dos Santos, conforme o testemunho apresentado pela própria Escritura (Gn 18, 23-31; Ex 32, 11-14; Rom 1,9;Tg 5,16), e o testemunho de Cristãos que atribuem as graças alcançadas à intercessão dos Santos.
19) - A Igreja Católica crê na existência dos anjos, e também na eficácia do seu auxílio. (Ex 23,20-23; Tb 3,25, Sl 90,11).
20) – Na Igreja Católica acontecem centenas e centenas de milagres, onde a ciência, os comprovam como autênticos.

sábado, 16 de agosto de 2008

A Arma do Amor

A Arma do Amor
Há muito tempo atrás, uma menina chamada Yang se casou e foi viver com o marido e a sogra. Depois de alguns dias, passou a não se entender com a sogra. As personalidades delas eram muito diferentes, e Yang foi se irritando com os hábitos da sogra que freqüentemente a criticava. Meses se passaram e Yang e sua sogra cada vez discutiam e brigavam mais.
De acordo com antiga tradição chinesa a nora tinha que se curvar para a sogra e a obedecer em tudo.Yang já não suportando mais conviver com a sogra, decidiu tomar uma atitude e foi visitar um amigo de seu pai, que a ouviu e, depois, com um pacote de ervas lhe disse:_ Você não poderá usá-las de uma só vez para se libertar de sua sogra porque isso causaria suspeitas. Vou lhe dar várias ervas que irão lentamente envenenando sua sogra. A cada dois dias ponha um pouco destas ervas na comida dela. Agora, para ter certeza de que ninguém suspeitará de você quando ela morrer, você deve ter muito cuidado e agir de forma muito amigável. Não discuta o que eu digo e ajudarei a resolver seu problema; mas você tem que me escutar e seguir todas as instruções que eu lhe der.Yang respondeu:_ Sim, Sr. Huang, eu farei tudo o que o que o senhor me pedir.Yang ficou muito contente, agradeceu ao Sr. Huang e voltou apressada para casa para começar o projeto de assassinar a sua sogra. Semanas se passaram, e a cada dois dias Yang servia a comida "especialmente tratada" à sua sogra. Ela sempre lembrava do que Sr. Huang tinha recomendado sobre evitar suspeitas, e assim ela controlou o seu temperamento, obedeceu a sogra e a tratou como se fosse sua própria mãe.Depois de seis meses a casa inteira estava com outro astral. Yang tinha controlado o seu temperamento e quase nunca se aborrecia. Nesses seis meses não tinha tido nenhuma discussão com a sogra, que agora parecia muito mais amável e mais fácil de lidar. As atitudes da sogra também mudaram e elas passaram a se tratar como mãe e filha. Um dia Yang foi novamente procurar o Sr. Huang para pedir-lhe ajuda e disse: _ Querido Sr. Huang, por favor, me ajude a evitar que o veneno mate minha sogra! Ela se transformou numa mulher agradável e eu a amo como se fosse minha mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que eu lhe dei. O Sr. Huang sorriu, acenou com a cabeça e disse: _ Yang, não precisa se preocupar. As ervas que eu dei eram vitaminas para melhorar a saúde dela. O veneno estava na sua mente e na sua atitude, mas foi jogado fora e substituído pelo amor que você passou a dar a ela. Na China existe uma regra dourada que diz:
"A pessoa que ama os outros também será amada."
Na grande parte das vezes recebemos das outras pessoas o que damos a elas, então...
...LEMBRE-SE SEMPRE:
O plantio é opcional.A colheita é obrigatória.Por isso cuidado com o que planta!!!
Texto adaptado porMarcos de Lacerda Pessoapara O CAPUCHINHO,a partir de uma históriade autor desconhecido.

Namoro, tempo de conhecer

A escolha do namorado não pode ser feita só por fora.
Quando você vai comprar um sapato ou um vestido, não leva para casa o primeiro que experimenta, é claro. Você escolhe, escolhe... até gostar da cor, do modelo, do preço, e servir bem nos seus pés ou no seu corpo. Se você escolhe com tanto cuidado um simples sapato, uma calça, quanto mais cuidado você precisa ter ao “escolher” a pessoa que deve viver ao seu lado para sempre, construir uma vida a dois com você, e dando vida a novas pessoas. Talvez você possa um dia mudar de casa, mudar de profissão, mudar de cidade, mas não acontece o mesmo no casamento. É claro que você não vai escolher a futura esposa, ou o futuro marido, como se escolhe um sapato. Já dizia o poeta que “com gente é diferente”. Mas, no fundo, será também uma criteriosa escolha.
A escolha do namorado não pode ser feita só “por fora”; mas principalmente por dentro. O “Pequeno Príncipe” nos ensinou que “o mais importante é invisível aos olhos”. O namoro é este belo tempo de saudável relacionamento entre os jovens, no qual, conhecendo-se mutuamente, vão se descobrindo e fazendo “a grande escolha”.
Namorar para quê?
Já ouvi alguém dizer, erroneamente, que “o casamento é um tiro no escuro”; isto é, não se sabe onde vai acertar; não se sabe se vai dar certo. Todo casamento começa em um namoro; por isso não se pode levá-lo na brincadeira; é coisa séria. A preparação para o seu casamento começa no namoro, quando você conhece o outro e verifica se há afinidade dele com você e com os seus valores. Se o seu namoro for sério, seu casamento não será um tiro no escuro nem uma roleta da sorte.
Só comece a namorar quando você souber “por que” vai namorar. A idade em que você deve começar a namorar é aquela na qual você já pensa no casamento, com seriedade, mesmo que este ainda esteja longe de acontecer. Não se faz nada bem feito na vida se nós não temos uma meta a atingir.
Para que você possa fazer bem uma escolha é preciso que saiba antes o que você quer. Sem isso a escolha fica difícil. Que tipo de rapaz você quer? Quais qualidades a sua namorada deve ter? O que você espera dele ou dela? Essa premissa é fundamental. Se você não sabe o que quer, acaba levando qualquer um...
A coerência dos valores
Os valores do seu namorado devem ser os mesmos valores seus; senão, não haverá encontro de almas. Se você é religiosa – e quer viver segundo a Lei de Deus – como namorar um rapaz que não quer nada disso? É preciso ser coerente com você. O casamento é uma unidade de almas e a religião é muito importante nessa união.
Tenho encontrado muitos casais de namorados e de casados que vivem uma dicotomia nas suas vidas religiosas; e isso é motivo de desentendimento entre eles. Há jovens que pensam assim: “Eu sou religiosa e ele não; mas, com o tempo eu o levo para Deus”. Isso não é impossível; e tenho visto acontecer; no entanto, não é fácil. E a conversão da pessoa não basta que seja aparente e superficial; há que ser profunda, para que possa satisfazer os seus anseios religiosos. Não renuncie aos seus autênticos valores na escolha do outro. Se é lícito você tentar adequar-se às exigências do outro; por outro lado, não é lícito você matar os seus valores essenciais para não perdê-lo. Não sacrifique o que você é para conquistar alguém. Há coisas secundárias das quais podemos abdicar sem comprometer a estrutura básica da vida, mas há valores essenciais que não podem ser sacrificados.
Namorar alguém que já foi casado
Algumas moças e rapazes católicos aceitam um namoro com alguém divorciado por medo de ficarem sós. É verdade que o casamento de um divorciado pode ser declarado nulo pela Igreja, mas é um processo que nem sempre é rápido. E não se pode casar sem a declaração de nulidade dada pelo Tribunal da Igreja. É melhor ficar só do que violar a Lei de Deus; pois ninguém pode ser plenamente feliz se não cumpre a vontade d’Ele. Portanto, saiba o que você quer, e saiba conquistá-lo sem se render. Não se faça de cego nem de surdo, tampouco de desentendido.
O conhecimento
Para que você possa chegar um dia ao altar, você terá que escolher a pessoa amada; e para isso é fundamental conhecê-la. O namoro é o tempo de conhecer o outro. Mais por dentro do que por fora. E para conhecer o outro é preciso que ele “se revele” e se mostre. Cada um de nós é um mistério, desconhecido para o outro. E o namoro é o tempo de revelar (= tirar o véu) esse mistério. Cada um veio de uma família diferente, recebeu valores próprios dos pais, foi educado de maneira diferente e viveu experiências próprias, cultivando hábitos e valores distintos. Tudo isso vai ter que ser posto em comum, reciprocamente, para que cada um conheça a “história” do outro. Há que revelar o mistério!
Se você não se revelar, ele não vai conhecê-la, pois este mistério, que é você, é como uma caixa bem fechada e que só tem chave por dentro. É a sua intimidade que vai ser mostrada ao outro, nos limites e na proporção em que o relacionamento for aumentando e se firmando. É claro que você não vai mostrar ao seu namorado, no primeiro dia de namoro, todos os seus defeitos. Isso será feito devagar, na medida em que o amor entre ambos se fortalecer. Mas há algo muito importante nessa revelação própria de cada um ao outro: é a verdade e a autenticidade. Seja autêntico e não minta. Seja aquilo que você é – sem disfarces e fingimentos – mostre ao outro, lentamente, a sua realidade.
A mentira destrói tudo, principalmente, o relacionamento. Não tenha vergonha da sua realidade, dos seus pais, da sua casa, dos seus irmãos, entre outros. Se o outro não aceitar a sua realidade, e deixá-lo por causa dela, fique tranqüilo, esta pessoa não era para você, pois não o ama. Uma qualidade essencial do verdadeiro amor é aceitar a realidade do outro.
Amor à primeira vista
O amor pelo outro cresce à medida que você o conhece melhor. Não existe verdadeiro amor à primeira vista. Não se ama alguém que não se conhece. Não fique cego diante do outro por causa do brilho da sua beleza, da sua posição social ou do seu dinheiro. Isso o impediria de conhecê-lo interior e verdadeiramente. Não esqueça: “O importante é invisível aos olhos”. E “Só se vê bem com o coração”. São Paulo nos lembra que o que é material é terreno e passageiro, mas o que é espiritual é eterno. Tudo o que você vê e toca pode ser destruído pelo tempo, mas o que é invisível aos olhos está apegado ao ser da pessoa e nada pode destruir. Esse é o seu verdadeiro valor.
Sexo
O namoro não é o tempo de viver a vida sexual; ela ainda não pertence ao casal; vocês não colocaram ainda uma aliança na mão esquerda; amanhã ela ou ele poderá se casar com outro... O sexo é o selo da união matrimonial.
A beleza do corpo dela, hoje, embora seja importante, amanhã não existirá mais quando o tempo passar e os filhos crescerem... O amor não é um ato de um momento, mas se constrói “a cada momento”. Não se pode conhecer uma pessoa “à primeira vista”, é preciso todo um relacionamento. Só o tempo poderá mostrar se um namoro deve continuar ou terminar, quando cada um poderá conhecer o interior do outro, e então, avaliar se há nele as exigências fundamentais que você fixou.
Felipe Aquinofelipeaquino@cancaonova.comProf. Felipe Aquino, casado, 5 fihos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Conheça mais em www.cleofas.com.br
12/06/2008Fonte: Canção Nova

Sábado, 16 Agosto 2008

SALMO: 56, 4-8“Do céu ele me enviará a salvação,Confundindo os que me atormentam!Deus enviará seu amor e sua verdade!Estou deitado no meio de leões que devoram os homens;seus dentes são lanças e flechas,sua língua é uma espada afiada.eleva-te sobre o céu, ó Deus,e tua gloria domine a terra inteira!Armaram uma rede aos meus passos:eu baixei a cabeça;cavaram um buraco á minha frente,e foram eles que nele caíram.Meu coração esta firme, ó Deus,meu coração esta firme;vou cantar e tocar!”

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