"Por isso, digo-vos: não tenhais medo de construir a vossa vida na Igreja e com a Igreja! Sede orgulhosos do amor a Pedro e à Igreja que lhe foi confiada. Não vos deixeis enganar por aqueles que desejam opor Cristo à Igreja! Só existe um rochedo sobre o qual vale a pena construir a própria casa. Esta rocha é Cristo. Só há uma pedra sobre a qual vale a pena fundamentar tudo. Esta pedra é aquele a quem Cristo disse: 'Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja' (Mt 16, 18)".

Papa Bento XVI.
Discurso durante o encontro com os jovens no parque de Błonia. Cracóvia, 27 de Maio de 2006.

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domingo, 25 de janeiro de 2009

Nossa conversão consiste em acreditar em Jesus, explica Bento XVI

Acreditar em Jesus morto e ressuscitado é abrir-se a iluminação da sua Graça Divina, nisto consiste a nossa conversão, salientou o Papa Bento XVI no Ângelus deste domingo, 25, dia da festa da Conversão de São Paulo.O Santo Padre recordou que, antes de encontrar o Senhor no caminho de Damasco, São Paulo já era crente, mais ainda, um hebreu fervoroso, e portanto não passou da não-fé à fé (dos ídolos a Deus), nem teve de abandonar a fé judaica para aderir a Cristo."No caminho de Damasco, aconteceu aquilo que Jesus pede no Evangelho deste Domingo lá onde diz: completou-se o tempo e o Reino de Deus está perto: arrependei-vos e acreditai na Boa Nova", explicou.Para Bento XVI, de fato, Saulo converteu-se porque, graças à luz divina, acreditou no Evangelho. "Nisto consiste a sua e a nossa conversão: acreditar em Jesus morto e ressuscitado e abrir-se a iluminação da sua Graça Divina. Naquele momento Saulo compreendeu que a sua salvação não dependia das boas obras feitas segundo a lei, mas do fato que Jesus morrera por ele, o perseguidor (dos primeiros cristãos) e ressuscitara", sublinhou.O Evangelho leva a conversãoA verdade do Evangelho, que graças ao Batismo ilumina a existência de cada cristão, para o Papa inverte completamente a nossa maneira de viver. "Converter-se significa também, para cada um de nós, acreditar que Jesus deu a sua vida por mim morrendo na cruz e, ressuscitado vive comigo e em mim"."Entregando-me a potência do seu perdão", disse Bento XVI com voz comovida, passando a falar em primeira pessoa, "deixando-me agarrar pela mão por Ele, posso sair das areias movediças do orgulho e do pecado, da mentira e da tristeza, do egoísmo e de todas as falsas seguranças, para conhecer e viver a riqueza do seu amor".O objetivo da plena unidade dos cristãos ainda não foi atingido mas ele no fim será certamente atingido. Foi o que afirmou o Santo Padre referindo-se à conclusão, neste domingo, 25, da semana de oração pela unidade dos cristãos, (que se celebra nesta época na Europa), particularmente importante também no plano ecumênico. Bento XVI recordou o encontro de oração ecumênica que decorrerá esta tarde em Roma na Basílica de São Paulo fora de muros.Enfermos de Lepra Depois da recitação do Angelus o Papa externou o seu aplauso as Nações Unidas que com uma recente Declaração do Alto Comissariado para os direitos humanos, solicitaram os Estados à tutela dos doentes de lepra e dos seus familiares. No dia mundial dedicado a estes doentes (efeméride que ocorre neste último domingo de Janeiro), Bento XVI afirmou que a Igreja, seguindo o exemplo de Jesus, tem sempre uma atenção particular pelas pessoas atingidas por esta doença. Como testemunha também a mensagem difundida nos dias passados pelo Conselho Pontifício para a pastoral da saúde.O Santo Padre assegurou a sua oração por estes doentes e renovou o encorajamento a todos aqueles que lutam com eles pela cura plena e uma boa inserção social.O Papa deixou também os bons votos aos povos do extremo oriente que hoje celebram o ano novo lunar. "Os povos de vários países da Ásia Oriental preparam-se para celebrar o ano novo lunar. Desejo-lhes que vivam esta festa na alegria. A alegria é expressão do estar em harmonia consigo mesmo: e isto pode derivar apenas do estar em harmonia com Deus e com a sua criação. Que a alegria esteja sempre viva no coração de todos os cidadãos daquelas Nações, que me são tão queridas, e se irradie no mundo", destacou.
Fonte: Rádio Vaticano.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Bento XVI retira excomunhão a bispos

O Santo Padre retirou a excomunhão aos quatro bispos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X consagrados por Dom Marcel Lefebrvre em 1988. O comunicado foi divulgado hoje pela Sala de Imprensa da Santa Sé.O pedido de remoção foi feito pela última vez por meio de uma carta em 15 de dezembro de 2008, escrita pelo superior-geral, Dom Bernard Fellay, em nome dos outros três bispos da Fraternidade excomungados 20 anos atrás, Dom Bernard Tissier de Mallerais, Dom Richard Williamson e Dom Alfonso del Gallareta.Na carta de dezembro passado, Dom Bernard Fellay escreve: "Estamos sempre firmemente determinados na vontade de permanecer católicos e de colocar todas as nossas forças a serviço da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo, que é a Igreja Católica Romana. Nós aceitamos os seus ensinamentos com ânimo filial. Nós acreditamos firmemente no Primado de Pedro e em suas prerrogativas e, por isso, a situação atual nos fez sofrer muito". Segundo comunicado da Sala de Imprensa, "Bento XVI sempre tentou recompor a ruptura com a Fraternidade, inclusive encontrando pessoalmente Dom Bernard Fellay em 29 de agosto de 2005. Naquela ocasião, o Sumo Pontífice manifestou a vontade de proceder por graus e em tempos razoáveis neste caminho e agora, benignamente, mediante Decreto da Congregação para os Bispos de 21 de janeiro de 2009, retira a excomunhão que pesava sobre os mencionados prelados. Nesta decisão, o Santo Padre foi inspirado pelo auspício de que se chegue em breve à completa reconciliação e à plena comunhão".Os quatro bispos foram excomungados latae sententiae depois das consagrações episcopais feitas por, sem mandato pontifício, em 30 de junho de 1988.
Fonte: Rádio Vaticano.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

As novas tecnologias são um verdadeiro dom para a humanidade

Foi divulgada esta manhã a mensagem do Papa Bento XVI para o 43º Dia Mundial das Comunicações Sociais, que será celebrado neste sábado, 24 de janeiro. O tema da mensagem é: "Novas tecnologias, novas relações. Promover uma cultura de respeito, de diálogo, de amizade".Bento XVI enaltece o aparecimento de novas redes digitais que potenciam a "solidariedade humana, a paz e a justiça, os direitos humanos e o respeito pela vida e o bem da criação". Na Mensagem o Papa sublinha ainda que as novas tecnologias abriram "a estrada para o diálogo entre pessoas de diferentes países, culturas e religiões. A nova arena digital, o chamado cyberspace, permite encontrar-se e conhecer os valores e as tradições alheias".
Bento XVI dirige-se às "gerações digitais", "que vos encontrais quase espontaneamente em sintonia com estes novos meios de comunicação", e pede-lhes a tarefa da evangelização deste "continente digital".As vantagens são apontadas pelo Papa que as apelida de "verdadeiro dom para a humanidade". Nesse sentido, "devemos fazer com que as vantagens que oferecem sejam postas ao serviço de todos os seres humanos e de todas as comunidades, sobretudo de quem está necessitado e é vulnerável". Bento XVI afirma mesmo que os novos instrumentos da comunicação não podem ser limitados a quem "já é econômica e socialmente marginalizados" e não devem contribuir "para incrementar o desnível entre pobres e ricos".O Papa explica que as novas formas de comunicação correspondem ao desejo "mais profundo e natural do ser humano se relacionar, não se podendo compreender adequadamente só como resposta às inovações tecnológicas". "As novas tecnologias abriram também a estrada para o diálogo entre pessoas de diferentes países, culturas e religiões". Contudo, o chamado cyberspace, "não pode banalizar o conceito e a experiência da amizade".Bento XVI alerta para o perigo de "ligação virtual se tornar obsessiva", e como consequência, "a pessoa isola-se, interrompendo a interacção social real". "Seria triste se o nosso desejo de sustentar e desenvolver on-line as amizades fosse realizado à custa da nossa disponibilidade para a família, para os vizinhos e para aqueles que encontramos na realidade do dia-a-dia, no lugar de trabalho, na escola, nos tempos livres".O Papa deixa um apelo aos que operam no sector da produção e difusão de conteúdos dos novos meios, "o continente digital", a que "se sintam obrigados ao respeito da dignidade e do valor da pessoa humana". A mensagem aponta ainda para o perigo que a adesão exclusiva às novas tecnologias digitais podem implicar para o homem e para o seu relacionamento social."Se as novas tecnologias devem servir o bem dos indivíduos e da sociedade, então aqueles que as usam devem evitar a partilha de palavras e imagens degradantes para o ser humano e, consequentemente, excluir aquilo que alimenta o ódio e a intolerância, envilece a beleza e a intimidade da sexualidade humana, explora os débeis e os inermes".
Fonte:Ecclesia.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Vaticano lança canal no Google

O Vaticano vai lançar na próxima semana, um canal próprio no Google. O objetivo é disponibilizar diretamente discursos, imagens, gravações e notícias do Papa Bento XVI.O projeto vai ser apresentado no próximo dia 23 de Janeiro, durante uma conferência de imprensa, onde o Vaticano vai apresentar a mensagem para o 43º Dia Mundial das Comunicações Socais. A coordenação do canal Google é da responsabilidade da Rádio Vaticano, do Centro Televisivo Vaticano e do Google.Na apresentação do projetos vão estar presentes o diretor da Google, Henrique de Castro e o diretor do Centro televisivo e da Rádio Vaticano, Padre Federico Lombardi. Este projeto expressa a vontade da Santa Sé utilizar o potencial que a Internet dispõe. João Paulo II foi pioneiro ao disponibilizar, transmissão exclusivamente via Internet, um documento pontifício. Foi também o antecessor de Bento XVI a enviar a priemira mensagem escrita via telemóvel com pensamentos papais.Bento XVI utilizou este recurso recentemente, quando enviou uma mensagem, em Julho de 2008, a todos os jovens católicos que participavam da Jornada Mundial da Juventude, realizada em Sydney, na Austrália.
Fonte: Canção Nova com Ecclesia.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Núncio Dom Sambi representa Vaticano na posse de Obama


O Vaticano estará presente na posse do presidente Barak Obama através do Núncio Apostólico, Dom Pietro Sambi, diplomata experiente, que antes de chegar à Washington foi delegado pontifício na Terra Santa.

O jornal "Osservatore Romano" publicou ontem, 19, na primeira página um artigo dedicado à cerimônia, cujos contornos estão paralisando a capital norte-americana. "Washington como Berlim, cai outro muro", é a manchete assinada pelo correspondente, contando que "nestes dias, em Washington, a alegria e a euforia são palpáveis". O paralelo entre a posse de Obama e a queda do muro é definido pelo jornalista afro-americano Darryl Pinckney como ‘interessante’, porque colhe a sensação de incerteza ligada aos dois eventos: a reunificação da Alemanha e a eleição de Obama têm ambas o duplo sentido da esperança e das incertezas. "Por um lado, existe grande esperança no futuro, a impressão de que terminou uma era; e por outro, que haja mudanças profundas e radicais".

Fonte: Radio Vaticano.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Abertura oficial: Família é prioridade para o futuro da Igreja

Cerca de oito mil pessoas, 30 cardeais e 200 bispos participaram ontem, 14, da cerimônia de abertura do VI Encontro Mundial das Famílias, na Cidade do México. O presidente do Pontifício Conselho para a Família, Cardeal Ennio Antonelli, inaugurou o evento afirmando que "a família é uma prioridade decisiva para o futuro da sociedade e da Igreja Católica" e defendeu a promoção de valores humanos e cristãos diante da cultura pós-moderna que caracteriza os dias atuais, cultura "doente de individualismo e relativismo". O Cardeal Antonelli ressaltou o legado do Papa João Paulo II, chamando-o de "o Papa da Família". E lembrou que foi Karol Wojtyla quem instituiu o Encontro das Famílias, iniciado em 1994, em colaboração com o Cardeal colombiano Alfonso López Trujillo. Também estava presente na cerimônia de inauguração o presidente do México, Felipe Calderón. Ele fez uma relação entre ruptura familiar e aumento da violência: "Hoje, as famílias mexicanas enfrentam um ambiente de insegurança. O crime, a violência e a exacerbação da violência ameaçam a tranqüilidade de quem mais amamos. Esta tranqüilidade também é ameaçada pela apologia do delito, por isso, combatemos aqueles que ameaçam a paz e pretendem escravizar nossos filhos com as drogas". Congresso TeológicoApós a cerimônia de inauguração, o Encontro Mundial das Famílias foi aberto com o Congresso teológico internacional, onde foram feitas várias conferências. Entre os palestrantes o Arcebispo da Cidade do México, Cardeal Norberto Rivera Carrera, recordou que a família não é somente "uma realidade eclesial, mas uma instituição divina e humana fundamental para a sociedade e parte integrante da nossa cultura".Já o Arcebispo de Québec, Cardeal Marc Ouellet, destacou que a crise da família não é só uma crise moral, é uma crise mais profunda, antropológica, de concepção da mulher e do homem, que explica legislações contra a família. Para o primaz do Canadá, está em jogo uma "batalha cultural", na qual uma visão do mundo sem Deus tenta suplantar a herança judaico-cristã, com danos graves nos campos humano, social e religioso. Por sua vez, o pregador da Casa Pontifícia, Frei Raniero Cantalamessa, assegurou que os próprios cristãos "precisam redescobrir o ideal bíblico do matrimônio e da família", para poder propô-lo ao mundo de hoje. Hoje, 15, o programa do Congresso prevê três sessões, nas quais estarão em debate a questão da família e a sexualidade, emigrantes, virtudes sociais e legislar a favor da família. A segunda sessão será presidida pelo arcebispo de São Paulo, Cardeal Odilo Pedro Scherer.
Fonte: Canção Nova.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Todo batizado é filho adotivo de Deus, diz Papa

Na festa do Batismo do Senhor, o Papa Bento XVI presidiu esta manhã, 11, na Capela Sistina, à Celebração Eucarística durante a qual administrou o sacramento do Batismo a treze crianças. Em sua homilia, o Santo Padre explicou que se o Natal e a Epifania servem, sobretudo, a nos tornar capazes de ver, de abrir os olhos e o coração ao mistério de um Deus que vem estar conosco, a festa do Batismo de Jesus nos introduz à cotidianidade de uma relação pessoal com Ele. De fato, mediante a imersão nas águas do Jordão, Jesus se uniu a nós. O Batismo é, por assim dizer, a ponte que Ele construiu entre ele e nós, o caminho através do qual Ele se torna acessível; é o arco-íris divino sobre a nossa vida, a porta da esperança e, ao mesmo tempo, o sinal que nos indica o caminho a percorrer de modo ativo e alegre para encontrá-Lo e sentirmo-nos amados por Ele. Significado do BatismoO Batismo, explicou o Papa, comporta restituir a Deus o que veio d'Ele: "A criança não é propriedade dos pais, mas é confiada à sua responsabilidade pelo Criador, para que a ajudem a ser um livre filho de Deus. Somente se os pais amadurecerem esta consciência, poderão encontrar o justo equilíbrio entre a pretensão de poder dispor dos próprios filhos como se fossem propriedade privada, plasmando-os com base nas próprias idéias e desejos, e a atitude de liberdade, que se expressa em deixá-los crescer em plena autonomia".Com este sacramento, continuou o Papa, o neobatizado se torna filho adotivo de Deus, por isso é preciso ensinar-lhe a reconhecer Deus como seu Pai e a relacionar-se com Ele como filho."Portanto, quando as crianças são batizadas, introduzindo-as na luz de Deus e dos seus ensinamentos, não estamos exercitando violência, mas doando a elas a riqueza da vida divina na qual se funda a verdadeira liberdade que é própria dos filhos de Deus; uma liberdade que deverá ser educada e formada com o passar dos anos, para que se torne capaz de escolhas pessoais responsáveis", afirmou.Aos paisDirigindo-se aos pais, o Papa recordou que o sacramento do Batismo introduz as crianças em uma nova família, maior e mais estável, mais aberta e mais numerosa do que o núcleo familiar. Esta nova família é a família dos fiéis, da Igreja, uma família cujo Pai é Deus e na qual todos se reconhecem irmãos em Jesus Cristo. A preocupação dos pais deve ser educar as crianças na fé, ensinar-lhes a rezar e a crescer, como fazia Jesus, em sabedoria, idade e graça diante de Deus e dos homens.Com o Batismo, concluiu Bento XVI, não nos emergimos simplesmente nas águas do Jordão para proclamar o nosso empenho de conversão, mas se efunde sobre nós o sangue redentor do Cristo, que nos purifica e nos salva. "É o Filho do Pai que nos reconquista a dignidade e a alegria de sermos realmente 'filhos' de Deus."Seguiu-se, então, o rito próprio do Batismo, a invocação a Deus para destruir o poder do mal e libertar as crianças do pecado original, dando-lhes "luz infinita". Um a um, os bebês foram levados diante do Papa, que derramou a água sobre suas cabeças, como símbolo da purificação. Os recém-nascidos, nove meninos e cinco meninas, eram todos filhos de funcionários do Vaticano.
Fonte: Canção Nova.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Encontro será antídoto contra ataques às famílias, diz Dom Rafael

Entre os dias 13 e 18 de janeiro, a Cidade do México, considerada a maior cidade do mundo, sediará o VI Encontro Mundial das Famílias. O local e o tema do encontro "Família, formadEntre os dias 13 e 18 de janeiro, a Cidade do México, considerada a maior cidade do mundo, sediará o VI Encontro Mundial das Famílias. O local e o tema do encontro "Família, formadora dos valores humanos e cristãos", foram escolhidos pelo Papa Bento XVI durante a Assembléia Plenária do Pontifício Conselho para a Família, em abril de 2008.Uma delegação irá representar o Brasil no evento, entre eles, Dom Rafael Llano Cifuentes, Bispo de Nova Friburgo, RJ e Presidente Nacional da Comissão Vida e Família da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa, secretário geral da CNBB, Dom Antônio Augusto Dias Duarte, Conselheiro Nacional da Pastoral Familiar e Bispo auxiliar do Rio de Janeiro e Dom João Petrini, Bispo auxiliar de Salvador, na Bahia. Além das autoridades eclesiais, grupos de famílias brasileiras também farão parte da comissão.Em entrevista ao notícias.cancaonova.com, Dom Rafael falou que este encontro será uma grande catequese para as famílias, a fim de restagar a missão da igreja doméstica que é formar o ser humano em seus valores morais e cristãos. "Nesse momento em que o que se vive é uma completa dissociação entre o que se diz crer e o modo concreto de comportar-se, o encontro propõe refletir, a cerca da família que deve ser a Igreja doméstica, chamada a educar as novas gerações nos valores humanos e cristãos para que orientando sua vida segundo o modelo de Cristo, reforcem nessas famílias uma personalidade harmônica humanamente falando e firme cristamente falando".Para Dom Rafael, a família é a portadora dos valores humanos e cristãos da sociedade, e por isso, este encontro vai pensar sobre este tema. "Eu estou seguro", afirmou o Bispo, "de que os temas desenvolvidos no encontro vão expor e reafirmar todos os valores familiares e serão como um antídoto para todos esses problemas que se levantam contra a família. Porque todo mundo sabe que a família, homen e mulher é o modelo natural de toda a família humana, o resto são invenções através das quais querem justificar coisas que infelizmente não tem justificativa". Dom Rafael citou como exemplo o número de abortos cometidos no Brasil que causam mais mortes do que os ataques de Israel a Gaza. "Morre em cada semana muito mais seres humanos do que todos os seres humanos que morreram agora na Faixa de Gaza, nos bombardeios de Israel, por exemplo. E em um ano, não tenho dúvida de que há mais mortos do que na última guerra mundial. Então o aborto é um problema sério", completou o Bispo.Dom Rafael falou ainda da importância do trabalho realizado com as famílias do Brasil pela Pastoral Familiar: "hoje todas as dioceses do Brasil tem Pastoral Familiar que trabalha com toda família com várias atividades, algumas mais conhecidas e outras menos conhecidas, a Comissão da Pastoral familiar é como um grande guarda-chuva, que protege os movimentos da Igreja, incentivando-os para que eles atuem de acordo com o seu próprio carisma". Por fim, o Bispo pediu a todos orações na intenção ao encontro, e deixou sua benção ás familias do Brasil.ora dos valores humanos e cristãos", foram escolhidos pelo Papa Bento XVI durante a Assembléia Plenária do Pontifício Conselho para a Família, em abril de 2008.Uma delegação irá representar o Brasil no evento, entre eles, Dom Rafael Llano Cifuentes, Bispo de Nova Friburgo, RJ e Presidente Nacional da Comissão Vida e Família da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa, secretário geral da CNBB, Dom Antônio Augusto Dias Duarte, Conselheiro Nacional da Pastoral Familiar e Bispo auxiliar do Rio de Janeiro e Dom João Petrini, Bispo auxiliar de Salvador, na Bahia. Além das autoridades eclesiais, grupos de famílias brasileiras também farão parte da comissão.Em entrevista ao notícias.cancaonova.com, Dom Rafael falou que este encontro será uma grande catequese para as famílias, a fim de restagar a missão da igreja doméstica que é formar o ser humano em seus valores morais e cristãos. "Nesse momento em que o que se vive é uma completa dissociação entre o que se diz crer e o modo concreto de comportar-se, o encontro propõe refletir, a cerca da família que deve ser a Igreja doméstica, chamada a educar as novas gerações nos valores humanos e cristãos para que orientando sua vida segundo o modelo de Cristo, reforcem nessas famílias uma personalidade harmônica humanamente falando e firme cristamente falando".Para Dom Rafael, a família é a portadora dos valores humanos e cristãos da sociedade, e por isso, este encontro vai pensar sobre este tema. "Eu estou seguro", afirmou o Bispo, "de que os temas desenvolvidos no encontro vão expor e reafirmar todos os valores familiares e serão como um antídoto para todos esses problemas que se levantam contra a família. Porque todo mundo sabe que a família, homen e mulher é o modelo natural de toda a família humana, o resto são invenções através das quais querem justificar coisas que infelizmente não tem justificativa". Dom Rafael citou como exemplo o número de abortos cometidos no Brasil que causam mais mortes do que os ataques de Israel a Gaza. "Morre em cada semana muito mais seres humanos do que todos os seres humanos que morreram agora na Faixa de Gaza, nos bombardeios de Israel, por exemplo. E em um ano, não tenho dúvida de que há mais mortos do que na última guerra mundial. Então o aborto é um problema sério", completou o Bispo.Dom Rafael falou ainda da importância do trabalho realizado com as famílias do Brasil pela Pastoral Familiar: "hoje todas as dioceses do Brasil tem Pastoral Familiar que trabalha com toda família com várias atividades, algumas mais conhecidas e outras menos conhecidas, a Comissão da Pastoral familiar é como um grande guarda-chuva, que protege os movimentos da Igreja, incentivando-os para que eles atuem de acordo com o seu próprio carisma". Por fim, o Bispo pediu a todos orações na intenção ao encontro, e deixou sua benção ás familias do Brasil.
Fonte: Canção Nova.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Papa exorta cristãos a crescerem no testemunho do Evangelho

O papa Bento XVI reuniu-se, nesta manhã, na Sala Paulo VI, no Vaticano, com os peregrinos e fiéis para a tradicional Audiência Geral das quartas-feiras.
O Santo Padre saudou os poloneses que participaram desta primeira audiência geral de 2009 e enfatizou que "aprofundando os ensinamentos do Apóstolo Paulo nós aprendemos a olhar as coisas deste mundo através da luz da fé e reforçamos a nossa união com Cristo". "A bênção do Filho de Deus que nasceu em Belém, disse ainda o papa, os acompanhe durante este ano".
O Santo Padre saudou os peregrinos de língua italiana, sobretudo, os novos sacerdotes da Congregação dos Legionários de Cristo e seus familiares, as Irmãs Dominicanas Servas do Senhor e as Irmãs de Nossa Senhora do Sufrágio que participam de seus respectivos capítulos gerais.
O papa exortou a todos a crescerem com entusiasmo no compromisso de testemunhar o Evangelho. O Santo Padre falou ainda aos jovens, aos doentes e aos recém-casados. Ontem, na Solenidade da Epifania do Senhor, lembramos o caminho percorrido pelos sábios que vieram do Oriente que foram encontrar Jesus, guiados pela estrela.
"Que o exemplo dos sábios do Oriente alimente nos jovens o desejo de encontrar Jesus e transmitir a todos a alegria que nasce da acolhida do Evangelho", ressaltou o pontífice.
O Santo Padre concluiu sua alocução pedindo que os sábios do Oriente ajudem também os enfermos a oferecerem ao Menino Jesus suas dores e seus sofrimentos e auxilie os novos esposos a tornarem suas famílias lugares de acolhimento dos sinais misteriosos de Deus e do dom da vida.
Fonte: Radio Vaticano.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Violência em Gaza e crianças no Congo preocupam Bento XVI

O Papa Bento XVI reforçou esta manhã apelos de paz para a Faixa de Gaza. No Ângelus desta manhã no Vaticano, o Papa recordou mais uma vez que "o ódio e a recusa do diálogo só trazem a guerra". "Quero encorajar as iniciativas e esforços de todos quantos têm a paz no coração e que estão a ajudar os israelitas e palestinianos a sentar-se a uma mesa e a conversar. Que Deus sustente o empenho destes corajosos construtores de paz".
Bento XVI apontou que os "irmãos da Igreja Oriental, que seguem o calendário juliano, celebram amanhã o Natal".
No dia em que a Igreja celebra a Epifania, Bento XVI recordou que, em muitos países, a festa da Epifania, é também dedicada às crianças. O Papa dirigiu um especial pensamento a todas as crianças, "que são a riqueza e a benção do mundo, mas sobretudo a todos que vêem negada uma infância serena".
"Desejo, em particular, evidenciar dezenas de crianças e jovens, que nos últimos meses, incluindo o período do Natal, na província oriental da República Democrática do Congo, são raptados por bandos armados que atacam as cidades e causam numerosas vítimas e feridos. Faço um apelo aos autores desta desumana brutalidade, para que restituam as crianças às suas famílias e ao futuro seguro e de desenvolvimento, a que têm direito”.
O Papa quis ainda manifestar a sua proximidade espiritual com a Igreja local, e não esqueceu o trabalho de tantas pessoas que ajudam as crianças. "Peço aos pastores e aos fiéis força e que não percam a esperança".
Bento XVI apontou ser especialmente de lamentar os episódios de violência entre as crianças, que infelizmente se registam em vários locais da terra, "tornam-se ainda mais terríveis considerando que 2009 assinala o 20º aniversário da Convenção dos Direitos da Criança".O Papa pediu empenho à comunidade internacional que "é chamada a renovar a sua defesa das crianças e a promover a infância em todo o mundo". O Papa pediu orações por todos os que diariamente trabalham ao serviço das novas gerações, ajudando-os a serem protagonistas do seu futuro.
"Também o Dia da Infância Missionária, que se celebra na festa da Epifania, é uma ocasião para perceber como as crianças podem ter um papel importante na difusão do Evangelho e no trabalho de solidariedade", enalteceu Bento XVI.União entre a fé e a ciência
Antes do Ângelus, na Basílica Vaticana, Bento XVI presidiu à celebração da Epifania do Senhor. O Papa recordou que neste ano de 2009, na celebração do 4º centenário da primeira observação de Galileu Galilei no telescópio, dedicado especialmente à astronomia, "não podemos deixar de nos deter no símbolo da estrela, tão importante para os Reis Magos. Os Reis observaram as estrela e interpretaram este fenómeno celeste como o anúncio do nascimento de um rei".
Os pais da Igreja viram neste episódio uma "“revolução cosmológica" causada pela vindo do Filho de Deus ao mundo. Bento XVI recordou que São Gregório escreveu que o nascimento de Cristo impõe uma nova interpretação aos astros, um entendimento simbólico e teológico.
"Isto significa que as estrelas, os planetas e o universo não são elementos cósmicos que devemos divinizar, pelo contrário, pois sobre elas está o Espírito de Deus. Não somos escravos dos elementos do cosmos, mas somos livres, capazes de relacionaram-nos com a liberdade criadora de Deus".
"Existe no Cristianismo uma particular concepção cosmológica vinda da filosofia e da teologia medieval e têm uma grande expressão. Também na nossa época, graças à fé de muitos cientistas, entre os quais Galileu, não renunciaram à razão nem à fé, mas valorizaram ambas, numa recíproca fecundidade".
"No Jesus terreno torna-se possível o culminar da criação e da história, mas no Cristo ressuscitado vai além disso. A passagem da morte à vida eterna antecipa o ponto do 'sumário' em Cristo. Com a ressurreição dos mortos, ele consegue «o primado sobre todas as coisas». Assim recorda Jesus quando aparece aos discípulos. Esta realidade sustem o caminho da Igreja e a sua história".
Esperança dos Cristãos
Bento XVI indicou que, por isto, os crentes não vivem sem esperança, "mesmo hoje, perante a grande crise social e económica que a humanidade atravessa, perante o ódio e a violência em muitas regiões da terra, disseminando o egoísmo e a pretensão do homem se erguer como um deus, que conduzem a uma perigosa deturpação do projecto divino sobre a vid
a e sobre a dignidade do ser humano, sobre as famílias e sobre a harmonia da criação".
O Papa sublinhou que o esforço dos cristãos é "libertar a vida humana e o mundo da poluição que pode destruir o presente e o futuro, conservando os seus valores e o seu sentido, mesmo que aparentemente não tenhamos sucesso e possamos ser impotentes frente a sentimentos hostis".
"A regra universal de Cristo realiza-se na Igreja. A epifania é a manifestação do Senhor, e é reflexo da manifestação da Igreja, porque o corpo não se separa da cabeça. A Igreja é a humanidade iluminada, batizada na glória de Deus. A Igreja sabe que a própria humanidade, com os seus limites e os seus mistérios, engrandece mais a obra do Espírito Santo", indicou o Papa.
Em pleno Ano Paulino, Bento XVI recordou que a festa da Epifania convida "a Igreja, todas as comunidades e todos os fiéis, a imitar, como fez o apóstolo dos gentios, o serviço que a estrela deu aos Reis Magos. O que aconteceu na vida de Paulo, após a sua conversão, se não uma urgência de levar as pessoas a Cristo e Cristo às pessoas?"
"Mas, observando São Paulo, não podemos esquecer que o seu discurso ia beber às Sagradas Escrituras. Por isso, a recente Assembleia do Sínodo dos Bispos, quer reafirmar que a força da Igreja e dos cristãos individualmente apenas se nutrem a partir da Palavra de Deus. É a Palavra de Deus que ilumina, converte e purifica. Desta palavra de Vida nós não somos se não servidores. Isto é verdade para toda a Igreja, toda a comunidade eclesial, todos os bispos, e sacerdotes".
"Também nós, pastores da Igreja devemos assimilar diariamente a palavra de Deus para que a possamos transmitir fielmente aos fieis", concluiu.
Fonte: Ecclesia.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Bento XVI reza pelo fim do conflito em Gaza

A tradicional oração do Angelus foi rezada neste domingo, 4, pelo papa Bento XVI e milhares de fiéis que se encontravam na Praça São Pedro, com um tom apelativo pelo fim da guerra na Faixa de Gaza, que hoje completa dez dias e soma 500 mortos.
Bento XVI convidou a todos para continuarem “a contemplação do sentido profundo do Natal de Cristo”, bem como para “encontrar um sentido profundo para a própria vida”.
Durante a oração, o pontífice fez uma breve recordação dos feridos na guerra e de todas as vítimas: "As dramáticas notícias que nos chegam de Gaza mostram como a rejeição ao diálogo leva a situações de dificuldades que recaem indizivelmente sobre as populações mais uma vez vítimas do ódio e da guerra. A guerra e o ódio não são a solução aos problemas. E isso o confirma também a história mais recente. Rezemos, portanto, a fim de que 'o Menino na manjedoura... inspire as autoridades e os responsáveis de ambos os lados, israelenses e palestinos, a uma ação imediata para colocar fim à atual trágica situação”, disse o papa.
Ainda na oração do Angelus, Bento XVI exortou aos fiéis que contemplem o significado do Natal, explicou o Prólogo do Evangelho de São João ressaltando que o evangelista foi uma “testemunha ocular da novidade inaudita e humanamente inconcebível do que se fez homem”. O papa também chamou a atenção para o acolhimento das sagradas escrituras e desejou um feliz ano novo ao mundo inteiro.
Fonte:Rádio Vaticano

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