"Por isso, digo-vos: não tenhais medo de construir a vossa vida na Igreja e com a Igreja! Sede orgulhosos do amor a Pedro e à Igreja que lhe foi confiada. Não vos deixeis enganar por aqueles que desejam opor Cristo à Igreja! Só existe um rochedo sobre o qual vale a pena construir a própria casa. Esta rocha é Cristo. Só há uma pedra sobre a qual vale a pena fundamentar tudo. Esta pedra é aquele a quem Cristo disse: 'Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja' (Mt 16, 18)".

Papa Bento XVI.
Discurso durante o encontro com os jovens no parque de Błonia. Cracóvia, 27 de Maio de 2006.

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Bispos dos EUA pedem ao Governo que não financie o aborto

Os bispos norte-americanos pedem, em uníssono, ao Congresso e ao Senado dos EUA, e também à Casa Branca, que não libere fundos federais para financiar programas de aborto. A vitória dos democratas nas presidenciais de novembro passado, acompanhada da conquista, por parte do partido do Presidente Obama, dos dois ramos do Parlamento norte-americano provocaram alarme no seio da Igreja nos Estados Unidos, que lançou uma campanha mediática sem precedentes, exortando os políticos a negarem o financiamento de programas abortistas com fundos públicos.Ponto central da iniciativa é o envio de cartões postais ao parlamentares, exortando-os a manter a legislação em vigor, que impede o financiamento federal de campanhas que promovem o aborto. Milhões de cartões postais já foram distribuídos nas paróquias e às organizações católicas, em todo o território norte-americano. Os promotores da iniciativa esperam que os dois ramos do Parlamento sejam literalmente "inundados" de cartões postais "pró-vida", provenientes de todos os estados da federação.Os bispos explicam a iniciativa a partir da nova realidade do Congresso, após as eleições de novembro passado. Há mais de 15 anos, de fato, não se registrava, segundo a Igreja Católica, um número tão elevado de parlamentares, deputados e senadores, favoráveis ao aborto. Numerosos componentes do Congresso gostariam de transformar o aborto em um "direito" que o governo deveria subvencionar, mediante o pagamento dos impostos por parte dos cidadãos.

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