"Por isso, digo-vos: não tenhais medo de construir a vossa vida na Igreja e com a Igreja! Sede orgulhosos do amor a Pedro e à Igreja que lhe foi confiada. Não vos deixeis enganar por aqueles que desejam opor Cristo à Igreja! Só existe um rochedo sobre o qual vale a pena construir a própria casa. Esta rocha é Cristo. Só há uma pedra sobre a qual vale a pena fundamentar tudo. Esta pedra é aquele a quem Cristo disse: 'Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja' (Mt 16, 18)".

Papa Bento XVI.
Discurso durante o encontro com os jovens no parque de Błonia. Cracóvia, 27 de Maio de 2006.

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quarta-feira, 27 de maio de 2009


Devoção ao Anjo da Guarda e aos Santos

Devoção ao Anjo da Guarda“Havemos de venerar e invocar devotamente o santo anjo da guarda porque:1. Ele é um eminente príncipe da corte celeste;2. Ele nos foi designado por Deus como nosso companheiro, protetor e guia.Lembra-te sempre de sua presença, e nunca faças à vista dele o que não ousarias fazer à vista de tua mãe.Em todos os perigos corporais e espirituais, invoca-o e segue suas inspirações. Não te esqueças de que também o teu semelhante tem o seu anjo custódio. Saúda também a este anjo muitas vezes, e regula o teu procedimento com o próximo de conformidade com essa verdade.Devoção aos santosHavemos de venerar também os santos, porque:1. São amigos prediletos de Deus;2. São modelos proeminentes da perfeição;3. São poderosos e pressurosos intercessores.A mais excelente devoção aos santos consiste, também neste caso, em lhes imitar as virtudes. Há entretanto, na vida dos santos, certos exercícios que mais são para admirar do que para imitar. As vidas dos santos constituem ótima leitura espiritual. Lendo-as, devemos ter em vista sobretudo nossa edificação e o afervoramento na prática das virtudes.Uma devoção muito especial devemos ter a São José, ao santo de nosso nome, ao de nossa paróquia, enfim, àqueles santos que se distinguiram nas virtudes que mais nos faltam”.
Fonte: O Catolicismo.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Papa celebra Missa na região que São Bento fundou o monaquismo

Na solenidade da Ascensão do Senhor, O Papa Bento XVI realizou uma visita pastoral à cidade de Cassino e à abadia de Montecassino, na região italiana do Lácio, onde São Bento de Núrcia fundou o monaquismo ocidental.
No programa da visita pastoral, o Papa celebrou a Santa Missa no "Campo Miranda", no coração da cidade de Cassino, diante de 20 mil pessoas.
Em sua homilia, o Pontífice falou do significado da Ascensão de Cristo, que não está presente em um único texto, proposto pela leitura do dia, mas em toda a Sagrada Escritura. "No Cristo que ascendeu ao céu, o ser humano entrou de modo incrível e novo na intimidade de Deus; o homem encontrou para sempre espaço em Deus."
O céu – explicou o Papa – não indica um lugar acima das estrelas, mas algo muito mais sublime: indica o próprio Cristo, a Pessoa divina que acolhe plenamente e para sempre a humanidade, Aquele no qual Deus e o homem estão para sempre inseparavelmente unidos.
"E nós nos aproximamos do céu, ou melhor, entramos no céu na medida em que nos aproximamos de Jesus e entramos em comunhão com Ele. Portanto, a solenidade da Ascensão nos convida a uma comunhão profunda com Jesus morto e ressuscitado, invisivelmente presente na vida de cada um de nós."
O evangelista Lucas relata que, depois da Ascensão, os discípulos voltaram a Jerusalém "com grande alegria". "Como eles, também nós não devemos ficar parados, fixando o céu, mas, sob a guia do Espírito Santo, devemos ir a todos os lugares e proclamar o anúncio salvífico da morte e da ressurreição de Cristo."
O mistério da ressurreição e da ascensão de Cristo – continuou o pontífice – nos ajuda a reconhecer e a compreender a condição transcendente e escatológica da Igreja, que não nasceu e não vive para suprir a ausência do seu Senhor "desaparecido", mas encontra a razão do seu ser e da sua missão na invisível presença de Jesus. Em outras palavras, a Igreja não desempenha a função de preparar o retorno de um Jesus "ausente", mas, pelo contrário, vive e atua para proclamar a sua "presença gloriosa" de maneira histórica e existencial.
Comentando sua visita a Montecassino, o Papa falou da herança de S. Bento e do seu ensinamento de nada antepor a Cristo, Christo nihil omnino praeponere. Isso nos impulsiona a construir uma sociedade onde a solidariedade seja expressa por sinais concretos. Mas como? questionou o Papa.
A espiritualidade beneditina propõe um programa evangélico sintetizado na expressão "ora et labora et lege": a oração, o trabalho e a cultura. A oração – explicou o papa – é a vereda silenciosa que nos conduz diretamente ao coração de Deus; é o respiro da alma que nos doa novamente paz nas tempestades da vida.
O trabalho é outro pilar da espiritualidade beneditina, em especial a humanização do mundo do trabalho. O Papa então falou da situação crítica de muitos operários da região. "Expresso a minha solidariedade às pessoas que vivem em uma precariedade preocupante, aos trabalhadores que tiveram seus contratos profissionais suspensos e àqueles que foram até mesmo demitidos."
Bento XVI pediu então que sejam encontradas soluções para a crise, criando novos postos de trabalho para que as famílias sejam salvaguardadas.
Por fim, a cultura e a educação, que o monaquismo promove hoje através da transmissão aos jovens dos valores irrenunciáveis do patrimônio humano e cristão. E neste esforço voltado a criar um novo humanismo, Bento XVI destacou a atenção dispensada ao homem frágil, débil, às pessoas com necessidades especiais e aos imigrantes.
"A comunidade que vive em volta de Montecassino – concluiu o Papa – é herdeira e depositária da missão de proclamar que, na nossa vida, ninguém e nada deve tirar o primeiro lugar de Jesus; da missão de construir, em nome de Cristo, uma nova humanidade marcada pelo acolhimento e pela ajuda aos mais fracos."

Fonte: Canção Nova.

domingo, 24 de maio de 2009

A Ascensão do Senhor

TEXTOS DE SÃO JOSE MARÍA.

A festa da Ascensão do Senhor sugere-nos também outra realidade: esse Cristo que nos anima a empreender esta tarefa no mundo espera-nos no céu. Por outras palavras: a vida na terra, que nós amamos, não é a realidade definitiva; pois não temos aqui cidade permanente, mas andamos em busca da futura (Heb 13, 14) cidade imutável.Cuidemos, porém, de não interpretar a palavra de Deus dentro dos limites de horizontes estreitos. O Senhor não nos incita a ser infelizes enquanto caminhamos, esperando a consolação apenas no mais além. Deus nos quer felizes também aqui, se bem que anelando pelo cumprimento definitivo dessa outra felicidade, que só Ele pode consumar plenamente.Nesta terra, a contemplação das realidades sobrenaturais, a ação da graça em nossas almas, o amor ao próximo como fruto saboroso do amor a Deu, representam já uma antecipação do céu, uma incoação destinada a crescer de dia para dia. Nós, os cristãos, não suportamos uma vida dupla: mantemos uma unidade de vida, simples e forte, em que se fundamentam e se compenetram todas as nossas ações.Cristo espera-nos. Vivemos já como cidadãos do céu (Fl 3, 20), sendo plenamente cidadãos da terra, no meio das dificuldades, das injustiças, das incompreensões, mas também no meio da alegria e da serenidade que nos dá saber-nos filhos amados de Deus, e vermos como aumenta em número e em santidade este exército cristão de paz, este povo de corredenção. Sejamos almas contemplativas, absorvidas num diálogo constante com Deus, procurando a intimidade com o Senhor a toda hora: desde o primeiro pensamento do dia ate o último da noite; pondo continuamente o nosso coração em Jesus Cristo, Nosso Senhor; achegando-nos a Ele por Nossa Mãe, Santa Maria, e por Ele, ao Pai e ao Espírito Santo.
E, se apesar de tudo, a subida de Jesus aos céus nos deixar na alma um travo de tristeza, acudamos à sua Mãe, como fizeram os Apóstolos: Tornaram então a Jerusalém... e oravam unanimemente... com Maria, a Mãe de Jesus (At 1, 12-14).É Cristo que passa, 126Mestre ensina agora os seus discípulos: abriu-lhes a inteligência, para que compreendam as Escrituras, e toma-os por testemunhas da sua vida e dos seus milagres, da sua paixão e morte, e da glória da sua ressurreição (Lc 24, 45.48). Depois, leva-os a caminho de Betânia, ergue as mãos e abençoa-os. – E, entretanto, vai-se afastando deles e eleva-se no céu (Lc 24, 50), até que uma nuvem O ocultou (At 1, 9).Jesus foi para o Pai. – Dois Anjos de brancas vestes se aproximam de nós e nos dizem: – Homens da Galiléia, que fazeis olhando para o céu? (At 1, 11).Pedro e os restantes voltam para Jerusalém – cum gaudio magno – com grande alegria (Lc 24, 52). – É justo que a Santa Humanidade de Cristo receba a homenagem, a aclamação e a adoração de todas as hierarquias dos Anjos e de todas as legiões dos bem-aventurados da Glória. Mas tu e eu nos sentimos órfãos; estamos tristes, e vamos consolar-nos com Maria.Santo Rosário, 2º mistério glorioso.



Fonte: Opus Dei.

sábado, 23 de maio de 2009

Festa de Corpus Christi, devoção que teve sua origem na Idade Média

Na Idade Média, os homens tinham uma devoção enlevada pela pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo. Para libertar seu túmulo dos muçulmanos fizeram-se as cruzadas. A história da festa de Corpus Christi tem origem nessa devoção.
No final do século XIII surgiu em Lieja, Bélgica, um Movimento Eucarístico cujo centro foi a Abadia de Cornillon fundada em 1124 pelo Bispo Albero de Lieja. Este movimento deu origem a vários costumes eucarísticos, como por exemplo, a Exposição e Bênção do Santíssimo Sacramento, o uso dos sinos durante a elevação na Missa e a festa do Corpus Christi.

Visão sobre a devoção ao Santíssimo Sacramento

A abadessa Santa Juliana de Mont Cornillon ardia em desejos de que o Santíssimo Sacramento tivesse uma festa especial. Ela teve uma visão em que a Igreja aparecia como uma lua cheia com uma mancha negra, sinal da ausência da solenidade.
Santa Juliana comunicou a visão a vários prelados. Entre estes estava o futuro Papa Urbano IV.
O bispo Roberto de Lieja, em 1246, instituiu a celebração na diocese. O exemplo se estendeu especialmente por toda a atual Alemanha.

Milagre Eucarístico de Bolsena

Em 1263, Pedro de Praga, padre alemão, estava celebrando Missa na Igreja de Santa Cristina em Bolsena. Ele vinha entretendo sérias dúvidas sobre a realidade da presença de Cristo na Hóstia consagrada. Assim que ele completou as palavras da Consagração, o Sangue começou a escorrer da Hóstia Consagrada e correr por suas mãos abaixo, sobre o altar e sobre o linho (corporal). Vendo isto, ele interrompeu a Missa e viajou depressa a Orvieto onde o Papa Urbano IV residia.
Ao ouvir a história dele, o Papa o perdoou por ter dúvidas e enviou os representantes a Bolsena, para investigarem. Paroquianos e outras testemunhas confirmaram a história do padre; e a Hóstia e os linhos manchados estavam lá para todos verem.

Festa de Corpus Christi instituida pelo Papa Urbano IV

A investigação confirmou tudo aquilo que o padre havia relatado. Um ano depois, em agosto 1264, o Papa Urbano IV instituiu a Festa de Corpus Christi (Corpo de Cristo). Este corporal conserva-se até hoje na basílica de Orvieto – construída, aliás, para guardá-lo – onde pode ser visto e venerado pelos fiéis.
O Santo Padre movido pelo prodígio, e a pedido de vários bispos, fez com que se estendesse a festa do Corpus Christi a toda a Igreja por meio da bula “Transiturus” de 8 setembro do mesmo ano, fixando-a para a quinta-feira depois da oitava de Pentecostes e outorgando muitas indulgências a todos que assistirem a Santa Missa e o ofício.
O Papa Urbano IV encarregou um ofício e a liturgia das horas a São Boaventura e a Santo Tomás de Aquino; mas quando o Pontífice começou a ler em voz alta o ofício feito por Santo Tomás, São Boaventura foi rasgando o seu em pedaços.
A festa foi estendendo-se a toda a Igreja a partir do século XIV.
Quando os protestantes negaram a Presença Real de Nosso Senhor Jesus Cristo na Hóstia consagrada, o Concílio de Trento reforçou o costume e dissipou os contestatários, determinado que fosse celebrado este excelso e venerável sacramento com singular veneração e solenidade; e reverente e honorificamente seja levado em procissão pelas ruas e lugares públicos.

Fonte: O Catolicismo.

Porque nós católicos usamos água Benta ?

O costume de benzer a água é muito antigo. Deseja-se que, por aquilo que é abençoado, se obtenham efeitos sobretudo espirituais.Antes de tudo, é bom lembrar que a principal bênção é dirigida às pessoas; nesse sentido, a água é um veículo que leva a bênção de Deus a todos. Trata-se de uma bênção invocativa, que suplica que Deus santifique pessoas, objetos e lugares para que estejam sob a proteção divina e na dinâmica pascal de Jesus Cristo.A idéia de benzer a água traz a lembrança da esperança de Deus, que abarca e supera todas as coisas. Além disso, a bênção da água rememora nosso batismo.Por um costume antigo, introduzido pelo Papa Alexandre I, os fiéis podem usar a água benta em suas casas para se sentirem protegidos e encorajados em seu caminho de vida cristã, ao benzer as casas está se protege também toda a família.Mas a água benta, não é um ritual mágico; ela promove nossa adesão a Deus reforçando nossos compromissos batismais. Ela une nosso coração a Deus, e nos faça cada vez mais participantes do mistério pascal.
Fonte: Vocacionados Menores.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Doente de AIDS agradece ao Papa Bento XVI por romper tabu sobre preservativos


“Papa está certo”

20.05.2009 - Em uma entrevista concedida à revista francesa Famille chretienne, Dominique Morin, um doente de AIDS que dedica sua vida a educar pessoas sobre este mal, agradeceu ao Papa Bento XVI por ter quebrado o tabu em torno do mito do preservativo.
Fonte: Apelos do Céu.

O QUE É DOGMA?

Os Dogmas da Igreja Católica são 43 subdivididos em oito categorias diferentes. A Igreja não cria dogmas, apenas confirma a existência dessas Verdades, com a autoridade a ela confiada pelo Cristo, sob a assistência infalível do Espírito Santo que impede a Igreja de errar no exercício do seu magistério solene. Considerando a natureza da verdade definida pela Igreja, o Dogma apresenta objeto tríplice, ou seja, apresenta primeiro as verdades inacessíveis à razão, como por exemplo, os mistérios em que a razão não consegue explicar. Segundo, as verdades acessíveis à razão como, por exemplo, a existência de Deus, a vida futura em que a razão humana por si só alcança, porém Deus as revelou ou para que tivéssemos idéias mais nítidas a respeito, ou porque, sem a revelação, poucos teriam chegado a este conhecimento. E por último os fatos históricos, ou seja, a maior parte dos acontecimentos que os profetas anunciaram acerca do Messias, e a qual tiveram sua realização com a vinda de Cristo.Há também verdades que não são dogmas porque lhes falta alguma das condições requeridas. Uma delas é a verdade cuja revelação parece bem averiguada, mas que não foram definidas pela Igreja. Outra seriam as verdades não reveladas, ensinadas pela Igreja que as julga úteis à explicação ou defesa das verdades reveladas como, por exemplo, as conclusões teológicas (é proposição que se deduz de duas outras, sendo a primeira verdade revelada e segunda conhecida pela razão) e os fatos dogmáticos (qualquer fato não revelado, unido, porém, tão estreitamente com o dogma que nega-lo seria abalar o fundamento do próprio dogma). Muitos podem estar se perguntando quais as fontes do Dogma, isto é, Deus desce do céu e fala conosco? Será isso que acontece? Nos dias de hoje muitos excluem a metafísica, mas quando vão estudar ciências exatas, se forem a fundo mesmo, vão acabar esbarrando na metafísica, assim também é o Dogma.A fonte de revelação é dupla, isto é, ela vem pela Escritura Sagrada e pela Tradição. São Artigos de fé definidos pelos concílios de Trento em diante, até o do Vaticano II.A Sagrada Escritura é o conjunto de livros que foram escritos por inspiração do Espírito Santo; tem como autor o próprio Deus e chegaram à Igreja com este caráter. A inspiração é o impulso sobrenatural provindo do Espírito Santo e que excitou e levou autores sagrados a escreverem e os assistiu durante a redação, de tal forma que exatamente concebiam e se propunham fielmente referir e exprimiam, com veracidade infalível, tudo quanto Deus lhes ordenava escreverem. O Cânone ou regra é a reunião de livros que a Igreja reconhece como inspirados, isto é, este consiste no Antigo e Novo Testamento.Aqui é de extrema importância salientar! Há Vários sentidos da Bíblia!O texto da Escritura, muitas vezes, oferece múltiplas interpretações. Há o sentido literal ou histórico, isto é, o que aparece escrito. Há também o sentido alegórico, místico ou figurativo, ou seja, o sentido que se desprende deter havido pessoas, coisas ou fatos escolhidos por Deus para significarem o porvir como no exemplo de Abraão e Issac. E há o sentido acomodatício, isto é, significação suposta, artificial, mítica no sentido absurdo do termo.A Tradição possui duas acepções, isto é, Verdades reveladas por Deus, e estas podem ser transmitidas por nós através da palavra escrita ou oral. E também Verdades ensinadas por Cristo e pelos Apóstolos e transmitidas, de século a século, por outro caminho que não seja as Sagradas Escrituras (nisto nos diferenciamos dos protestantes). A Tradição é anterior à Sagrada Escritura. É mais extensa e uma fonte também distinta da outra. Os canais da Tradição podem ser vários. Entre eles estão as profissões de fé, os símbolos, definições de concílios, atos dos Papas (bulas, cartas, encíclicas etc.); nos escritos de algum Padre da Igreja, na prática constante e geral da Igreja, na liturgia, ritos e administração dos sacramentos e nas Atas dos mártires, monumentos da arte cristã, inscrições, pinturas das catacumbas.Para se entender bem a doutrina da Igreja deve-se considerar e escrever aqui as duas acepções da palavra Dogma lembradas no vocabulário. Se considerarmos o dogma como Artigo de fé, ele pode sofrer alterações em sua fórmula no sentido de melhorar sua exposição nos termos, mas será sempre imutável no seu sentido, na sua substância.Se considerarmos o dogma como Conjunto de Verdades de fé, não se poderia fazer nenhum acréscimo por nova revelação, pois na Bíblia está escrito uma declaração de Cristo: “tudo o que ouvi de meu Pai, eu vo-lo dei a conhecer” (Jo 15,15), e “Depois virá o Espírito da Verdade, ensinar-vos-á toda a verdade” (Jo 16,13), ou seja, os Apóstolos receberam TODA a revelação COMPLETA. Houve sim revelações particulares que não se tornaram dogmas, mas que não ferem em nada a doutrina católica.Ainda aqui podemos complementar que mesmo imutável, considerando o dogma como Conjunto de Verdades de fé, o conhecimento que podemos ter dele pode progredir! Cristo confiou à sua Igreja a missão de ensinar os fiéis de todos os tempos às Verdades reveladas e defendê-las dos erros, e para isso é necessário o desenvolvimento do pensamento: para que se explique e se exponha a doutrina revelada. Dogmas novos são, portanto, Verdades recentemente definidas, senão, recentemente propostas pela Igreja à nossa crença, ou seja, no decorrer dos séculos vieram novos dogmas (por exemplo, da Imaculada Conceição) e a Igreja tirou da dupla fonte, isto é, Escritura Sagrada e Tradição, onde já se encontravam quer explicitamente, quer implicitamente.Agora para que se compreenda um pouco o que vou chamar "a prática do dogma", terei de explicar um pouco outros conceitos dentro da prática católica.O que é um símbolo de fé? Alguém alguma vez já pensou sobre isso? Sabe o que realmente carrega no peito quando dependura um símbolo como pingente em um colar?Um símbolo de fé é um formulário breve que encerra as principais Verdades de fé que a Igreja apresenta aos fiéis como meio de professarem o que acreditam, isto é, suas crenças. Para quem ensina o símbolo os lembra e garante sua conservação e inalteração da mesma regra. Para os que aprendem é um meio de não esquecer os principais dogmas, e para os fiéis é um meio de reconhecimento entre si.E os mistérios perante a razão? Os dogmas vão contra a razão? Os símbolos vão contra a razão?Primeiramente temos três tipos de mistérios: Os de ordem Natural, que por mais que a ciência avance ainda não temos resposta como, por exemplo, como se realiza a união entre o corpo e a alma. Os mistérios de ordem Teológica, a qual nossa inteligência entende, quando revelados, que não teriam alcançado e nem conhecido com nossas próprias forças como, por exemplo, a queda original, a necessidade da Redenção e, por último, os mistérios Teológicos Propriamente Ditos, isto é, mistérios que transcendem a inteligência humana, tornando-a incapaz de descobrir, entender a natureza e a razão intrínseca até mesmo depois desta verdade ter sido REVELADA, como o mistério da Santíssima Trindade, o da Encarnação e a Transubstanciação. E agora? Respondendo os questionamentos acima, os dogmas não repugnam nem a razão de Deus e nem a humana. Quanto a Deus, sabemos que é infinita a ciência do Criador e quem lhe tolherá comunicar-lhe algumas parcelas, tal qual o professor faz com seus alunos. E por parte dos homens concluímos que na esfera intelectual os mistérios deram elementos para estudos fantásticos e sublimes, enriquecendo o espólio do conhecimento do espírito humano, e na ordem moral o dogma facilita o exercício de várias virtudes fundamentais como a fé e a humildade, fazendo-nos lembrar de que não conseguimos saber de tudo e que há algo acima de nós. Além disso, há também a esperança e a caridade que alimentam o nosso coração para Deus.Diante tudo isso e toda pesquisa que fiz para escrever este artigo, reforço a tese de que o Dogma em nada limita o agir humano e que este é mais um dos muitos dons que Deus Pai se utiliza para transmitir Seu Amor a seus filhos.Ele nos indica um caminho seguro, nos dá uma bússola e ainda há pessoas que dizem que não necessitam dela e que preferem seguir sua própria cabeça... Estas mesmas pessoas não conseguem conceituar a palavra “caminho”, quanto mais seguirem suas próprias cabeças! Eu vejo, inclusive, que nem umas bússolas estas conseguem decifrar, vão necessitar de um guia, mesmo assim estes insistem em tirar suas próprias conclusões... Conseguem imaginar onde um sujeito deste vai chegar?Olho o mundo e vejo centenas, milhares de pessoas assim... Tudo porque não conseguem compreender a fundo uma questão... Tudo porque não abrem seus corações e o pior: não abrem o INTELECTO! Tudo porque já petrificaram suas opiniões nas opiniões dos outros, ou melhor, na opinião do inconsciente coletivo, na opinião do inconsciente coletivo da história da opinião popular...O que é o Dogma hoje na sociedade? Se você for católico é taxado de dogmático, se emitir uma opinião contra algum aspecto do homossexualismo é taxado de homofóbico, se você for contra a opinião de um professor mesmo argumentando está marcado a tirar um zero! Ir contra os ditames da moda, da moral, da regra geral hoje em dia é ser vítima do dogmatismo social, ou seja, quem é quem hoje em dia? E se disser que não segue nenhum, este em si já é outro "dogma", aquele do que vai com o que lhe interessar, isto é, o dos sem cérebro... Ou seja, que dogma prefere seguir ou nunca pensou ou percebeu o quão preso caminha na sociedade? Pense... Se for dogma mesmo e se for católico... És livre! E para finalizar me utilizarei das palavras de um filósofo, pensador de quem admiro muito. G.K. Chesterton, em seu livro “Ortodoxia”, na página 166, 167 e 262 assim escreveu:“Lembre-se de que a Igreja abraçou especificamente idéias perigosas; ela foi uma domadora de leões. A idéia do nascimento por meio do Espírito Santo, da morte de um ser divino, do perdão dos pecados ou do cumprimento das profecias – qualquer um pode ver que são idéias que precisam apenas de um toque para transformar-se em algo blasfemo e feroz. (...) Aqui basta observar que se algum pequeno erro fosse cometido na doutrina, enormes erros e disparates poderiam ser cometidos na felicidade humana. (...)Essa é a emocionante aventura da Ortodoxia. As pessoas adquirem o tolo costume de falar como algo pesado, enfadonho e seguro. Nunca houve nada tão perigoso ou tão estimulante como a Ortodoxia. Ela foi a sensatez, e ser sensato é mais dramático que ser louco. Ela foi o equilíbrio de um homem por trás de cavalos em louca disparada, parecendo abaixar-se para este lado, depois para aquele, mas em cada atitude mantendo a graça de uma escultura e a precisão da aritmética. (...)Para o homem moderno, os céus estão realmente embaixo da terra. A explicação é simples: ele está de ponta cabeça, o que o constitui um pedestal pouco resistente para apoiar-se. Mas quando houver novamente descoberto os próprios pés, saberá disso. O cristianismo satisfaz de repente e à perfeição o instinto ancestral do homem de estar virado para cima; e o satisfaz plenamente neste sentido: com seu credo a alegria se torna algo gigantesco e a tristeza algo especial e pequeno”.
Fonte:Vocacionados Menores

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Por que Lutero foi excomungado?


Por Dave Armstrong

Tradução: Carlos Martins Nabeto

Chris Jones encaminhou esta pergunta: “Por que o dr. Lutero foi excomungado? De que modo ele era heterodoxo?”.

Sumarizo abaixo como ele era visto como heterodoxo em 1520, segundo os padrões católicos virtualmente aceitos ou inquestionáveis. Observo que o objetivo aqui não é discutir se tais ensinamentos católicos são certos ou errados, mas apenas se conforme esses ensinamentos Lutero seria tido por “heterodoxo” ou “herege” (isto é, se a Igreja tinha pelo menos uma autoconsistência ao decidir por excomungá-lo ou se agiu arbitrariamente contra a verdade ou contra as afirmações de Lutero, tidas - neste último caso falsamente - como heresia). Pois bem. É absolutamente notório que Lutero era herege e que a Igreja não tinha a obrigação de debater com ele na Dieta de Worms em 1521. E sendo óbvio que ele pregava heresias, era igualmente óbvio que a Igreja deveria exigir a sua retratação, para que renunciasse e cessasse de agir assim. Ele se recusou a fazê-lo, pois achava que sabia mais que a própria Igreja (como de fato afirmou diversas vezes).

Certamente, nenhum protestante agiria diferentemente, quer naquele tempo quer agora, tendo em vista as dezenas de rejeições que estabeleceu frente aos seus dogmas particulares. Listo aqui as crenças de Lutero contrárias à Igreja (sem examinar pontos mais detalhados de soteriologia):1. Separação entre justificação e santificação.2. Noção imputada, extrínsica e forense de justificação.3. Fé fiduciária.4. Julgamento particular contrário à infalibilidade da Igreja.5. Rejeição de sete livros da Bíblia.6. Negação do pecado venial.7. Negação do mérito.8. Afirmação de que o réprobo deveria ficar feliz por ter sido condenado e aceitar a vontade de Deus.9. Afirmação de que Jesus ofereceu-se à condenação e possivelmente ao fogo do inferno.10. Afirmação de nenhuma boa obra pode ser feita, exceto por um homem justificado.11. Todos os homens batizados são sacerdotes (=negação do sacramento da ordenação).12. Todos os homens batizados podem conceder a absolvição.13. Os bispos não possuem realmente esse múnus; Deus não os instituiu.14.

Os papas não possuem esse múnus; Deus não os instituiu.15. Os sacerdotes não têm qualquer caráter especial ou indelével.16. As autoridades temporais gozam de poder sobre a Igreja, até mesmo sobre bispos e papas; a afirmação contrária é mera invenção presunçosa.17. Os votos de celibato são um erro e deveriam ser abolidos.18. Negação da infalibilidade do papa.19. Crença de que sacerdotes e papas injustos perdem a sua autoridade (contrário ao ensino de Santo Agostinho em disputa com os Donatistas).20. As chaves do Reino não foram conferidas apenas a Pedro.21. Cada pessoa pode julgar particularmente para determinar os artigos de fé.22. Negação de que o papa tem o direito de convocar ou confirmar um Concílio.23. Negação de que a Igreja tem o direito de exigir o celibato de certas vocações.24. Não existe a vocação de monge; Deus não o instituiu.25. Os dias festivos deveriam ser abolidos e todas as celebrações da Igreja deveriam se restringir aos domingos.26.

Os jejuns deveriam ser estritamente opcionais.27. A canonização de santos é rigorosamente corrupta e não deve continuar.28. A Confirmação não é um sacramento.29. As indulgências deveriam ser abolidas.30. As dispensas deveriam ser abolidas.31. A Filosofia (Aristóteles principalmente) é repugnante, com influência negativa sobre o Cristianismo.32. A transubstanciação é “uma idéia monstruosa”.33. A Igreja não pode instituir sacramentos.34. Negação da “maldita” crença de que a missa é uma boa obra.35. Negação da “maldita” crença de que a missa é verdadeiro sacrifício.36. Negação da noção sacramental de “ex opere operato”.27. Negação de que a Penitência é um sacramento.38. Afirmação de que a Igreja Católica “aboliu completamente” até mesmo a prática da penitência.39. Afirmação de que a Igreja aboliu a fé como um aspecto da penitência.40. Negação da sucessão apostólica.41. Qualquer leigo poderia convocar um Concílio Geral (Ecumênico).42. As obras penitenciais são inúteis.43. Nada daquilo que os católicos crêem ser os sete sacramentos tem prova bíblica.44.

O Matrimônio não é um sacramento.45. Nulidades [matrimoniais] são um conceito sem sentido e a Igreja não tem o direito de determinar ou afirmar nulidades.46. Há uma questão em aberto: se o divórcio é permitido ou não.47. Pessoas divorciadas podem voltar a se casar.48. Jesus permitiu o divórcio quando um dos cônjuges cometeu adultério.49. O ofício diário do sacerdote é “vã repetição”.50. A extrema-unção não é um sacramento (logo, só existem dois sacramentos: o Batismo e a Eucaristia).Como se vê por esse 50 pontos, Lutero era herege, heterodoxo, cismático ou acreditava em coisas que eram claramente contrárias aos ensinamentos ou práticas da Igreja Católica, até e inclusive em pontos verdadeiramente radicais (às vezes era também socialmente radical). Não estaria então justificada sua excomunhão dos meios católicos? Ou deveria a Igreja dizer: “É verdade, Lutero, você sabe; você está certo nesses 50 pontos. Você sabe mais que a Igreja inteira, que toda a história da Igreja e que toda a sabedoria dos santos do passado que acreditavam nessas coisas. Portanto, vamos aderir à sua sabedoria celestial e alterar todas estas 50 crenças ou práticas, para que possamos caminhar na direção correta.

Muito obrigado! Seremos sempre gratos a você por nos ter informado sobre todos esses erros”.Isto não soa ridículo? A Igreja teria que mudar 50 aspectos em suas doutrinas porque uma pessoa PARTICULARMENTE ACHOU que recebeu algum tipo de oráculo de Deus ou falso profeta. Homem de Deus daquele tempo? Vamos então supor que seja auto-evidente que Lutero era um bom e obediente católico, que queria reformar a Igreja, sem destruí-la ou abandoná-la, para criar uma nova seita. Ele seria ingênuo ou bobo o suficiente para acreditar que ele mesmo, objetivamente falando, não estava então oferecendo um programa radical, uma verdadeira revolução? Isso é claro e patente para qualquer um, mesmo antes de 1520. O que ele oferecia não era uma reforma… e a denominada “Reforma Protestante” não é o que diz ser, quando considerada como um todo. É uma Revolta ou uma Revolução. Já demonstrei o porquê disso em outros artigos.Nenhuma pessoa em são consciência que tenha lido qualquer um dos três tratados radicais de 1520 de Lutero duvidaria que ele já não era um católico ortodoxo. Ele não se tornou relutante apenas porque foi expulso da Igreja por homens que não queriam ouvir a razão e a Escritura manifesta (como o mito e propaganda perpétua protestante costuma argumentar), mas porque ele escolheu aceitar as doutrinas heréticas que ele mesmo criou, fugindo ao padrão da ortodoxia católica, e tornando-se um radical, tentando ainda espalhar os seus erros (de forma passional e franca) pelo mundo afora mediante panfletos difamatórios, zombeteiros e propagandísticos e até mesmo empregando gravuras indecorosas quando necessário.Vemos, assim, que a Igreja foi totalmente sensível, razoável, dentro de seus direitos, lógica, autoconsistente e não hipócrita ou arbitrária ao simplesmente exigir de Lutero sua retratação na Dieta de Worms em 1521 e ao recusar-se em debater com ele (até porque já tinha feito isso outras vezes, anteriormente), porque se assim o fizesse estaria aceitando a ridícula presunção de Lutero de que estava em uma posição de disputa e debate unilateral face a doutrina e sabedoria teológica acumuladas pela Igreja ao longo de seus 1500 anos.

Fonte: Vocacionados Menores. http://vocacionadosdedeusemaria.blogspot.com/2007/12/por-que-lutero-foi-excomungado_03.html

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Santos e Festividades/Maio 2009




Papa pede que jovens testemunhem sua fé através do mundo digital

Nesta quarta-feira, 20, em sua catequese semanal, o Papa Bento XVI falou sobre a recente viagem apostólica à Terra Santa, uma peregrinação às origens de nossa fé e que contemplou a visita pastoral às comunidades cristãs que viram o nascimento, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo. O Pontífice agradeceu às autoridades civis, ao Patriarca Latino, aos bispos da Igreja local, aos frades franciscanos da Custódia da Terra Santa e todos aqueles que contribuíram para a viagem.Ao enfatizar ter ido como "peregrino da paz", Bento XVI disse que quis lembrar os judeus, cristãos e muçulmanos do nosso compromisso como fiéis em um único Deus, na promoção do respeito, da reconciliação e da cooperação, a serviço da paz".Apesar das vicissitudes que marcaram os lugares santos por tantos séculos, apesar das guerras, das destruições e, infelizmente, dos conflitos entre cristãos, a Igreja continuou com sua missão, animada pelo Espírito do Senhor Ressuscitado. Ela caminha rumo à plena unidade, para que o mundo acredite no amor de Deus e sinta o prazer de sua paz”.Após ilustrar as etapas mais significativas de seu itinerário, o Papa pediu a todos os peregrinos que se unam a ele na oração pelas necessidades da Igreja no Oriente Médio e pelo dom da paz para toda a região.
Novas tecnologias Como todas as quartas-feiras, o Papa saudou os fiéis em várias línguas e dirigiu um breve apelo, em inglês, em vista do Dia Mundial das Comunicações Sociais, que vai acontecer no próximo domingo, 24, dia em que celebramos a Ascensão do Senhor. O Santo Padre recordou que, em sua mensagem deste ano, convidou todos os que fazem uso das novas tecnologias da comunicação, especialmente os jovens, a utilizá-los de uma forma positiva e reconhecer o grande potencial desses meios em criar laços de amizade e solidariedade, o que pode contribuir para um mundo melhor.As novas tecnologias – disse Bento XVI – trouxeram mudanças fundamentais na forma de divulgação de notícias e informações e no modo em que as pessoas comunicam e se relacionam.“Gostaria de exortar todos aqueles que acessam o ciberespaço a estarem atentos em manter e promover uma cultura de respeito, de diálogo e de autêntica amizade, na qual os valores da verdade, da harmonia e do entendimento podem florescer”.De modo especial, o Pontífice apelou aos jovens, a fim de que testemunhem a sua fé através do mundo digital e empreguem essas novas tecnologias para difundir o Evangelho. “Assim, a Boa Nova do amor infinito de Deus por todas as pessoas poderá ressoar em novas formas, neste nosso mundo sempre mais tecnológico!”, completou o Papa.
Mensagem aos fiéis de língua portuguesaEm português, Bento XVI proferiu as seguintes palavras: "Com gratidão e amizade, saúdo os diversos grupos do Brasil, o grupo de Terroso, no norte de Portugal, e demais peregrinos de língua portuguesa, que vieram encontrar o Sucessor de Pedro, poucos dias depois de ter terminado a sua peregrinação à Terra Santa. Lá, onde o Verbo divino Se fez carne no seio da Virgem Maria, jorra uma fonte inesgotável de esperança e alegria que não cessa de animar o coração da Igreja, peregrina na história. Penhor de tal esperança e alegria, nos vossos corações de peregrinos, seja a bênção que vos dou extensiva às vossas famílias e comunidades eclesiais".

Fonte: Rádio Vaticano.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Papa recebe visita do presidente polonês

O Papa Bento XVI recebeu, nesta segunda-feira, 18, o presidente da Polônia, Lech Aleksander Kaczyński. Antes do encontro com o Papa, Kaczynski teve uma audiência com o secretário de Estado, Cardeal Tarcisio Bertone, e o secretário para as relações com os Estados, Dom Dominique Mamberti.Acolhido pelo Papa, foi levado à biblioteca, onde, recordaram juntos o Papa João Paulo II, que justamente nesta segunda-feira teria completado 89 anos. O chefe de Estado polonês ofereceu ao Pontífice a cópia de um livro dos Salmos, do século XVI, em polonês, alemão e latim. Por sua vez, Bento XVI o presenteou com uma medalha de ouro do pontificado.No final da tarde, a Sala de Imprensa do Vaticano divulgou um comunicado informando sobre o tema do encontro: “Durante a conversa, o presidente manifestou sua gratidão ao Santo Padre pela atenção sempre reservada à Polônia. Foram discutidas algumas questões bilaterais e regionais, que revelaram afinidades entre a Santa Sé e a Polônia em vários âmbitos internacionais".
Fonte: Rádio Vaticano.

domingo, 17 de maio de 2009

Papa fez a paz ressoar na Terra Santa, diz porta-voz do Vaticano

O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, considera que Bento XVI cumpriu a missão que se tinha proposto na Terra Santa: fazer que a paz ressoasse nos diferentes âmbitos religiosos, sociais e políticos."Nesta última viagem, o Papa falou muito de paz, como tinha prometido: trinta discursos, uma só mensagem, que ele repete sem cessar, neste único tema, com inúmeras variações - paz entre israelitas e palestinos; paz entre judeus, muçulmanos e cristãos; paz na Igreja, entre as confissões e ritos; paz na sociedade e na família; paz entre Deus, o homem e as criaturas; paz nos corações, no Oriente Médio, no mundo... Paz, paz, paz", refere o Padre Lombardi."Ele falou muito, mas também escutou, pelo menos o mesmo ou muito mais", continua, ao fazer um balanço para o 'Octava Dies', semanário do Centro Televisivo Vaticano (CTV), desta visita que, de 8 a 15 de Maio, levou o Papa à Jordânia, Israel e territórios palestinos.Segundo o Padre Lombardi, Bento XVI "realizou uma peregrinação aos lugares, mas, antes ainda, aos corações"."Não só visitou os lugares mais santos do cristianismo, mas também os do judaísmo e do Islão: Yad Vashem, o Muro das Lamentações, a Cúpula da Rocha. Ele assumiu os sentimentos de todos os peregrinos das três religiões às quais pede acesso aos lugares santos", precisa.Para o porta-voz do Vaticano, Bento XVI é "um Papa cristão, mas um Papa para todos, acima das divisões. Um exemplo a ser seguido".
Fonte: Eclesia e Canção Nova.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Papa diz que pode surgir futuro de justiça e paz na Terra Santa

Hoje, 15, é o último dia da histórica viagem pastoral do Papa Bento XVI à Terra Santa. Às 7h30(hora local), o Santo Padre celebrou uma Missa privada na Capela da Delegação Apostólica de Jerusalém. Posteriormente, o Papa participou de um encontro ecumênico na Sala do Trono da Sede do Patriarcado Greco-Ortodoxo de Jerusalém e visitou os lugares da crucifixão e morte de Jesus e o Santo Sepulcro, onde se encontrou com cristãos de várias confissões, a quem estão confiadas diversas capelas e igrejas. Remetendo-se à crucifixão de Jesus, o Papa lembrou que a Terra Santa já experimentou muitas vezes o "mistério da Gólgota" e assinalou: "A história não tem necessariamente que se repetir". "Pode surgir um futuro de justiça, paz, prosperidade e cooperação", assegurou. No Santo Sepulcro, Bento XVI prostrou-se e beijou a Pedra da Unção, uma pedra de calcário que representa lugar onde corpo de Jesus foi colocado depois de ser retirado da cruz, como os peregrinos costumam fazer. Em seguida, o Papa dirigiu-se para a capela que recorda o lugar onde Jesus teria sido sepultado. Neste local permaneceu em oração e falou da divisão deste espaço, confiado atualmente a seis comunidades cristãs diferentes.
Para o Papa, este é um "um testemunho mudo da pesada herança do nosso passado, com os seus erros, as suas incompreensões e os seus conflitos", convidando a "ultrapassar os conflitos e as tensões" que ainda existem entre os cristãos. "O túmulo vazio fala-nos de esperança, a esperança que não desilude porque é dom do Espírito de vida. Esta é a mensagem que vos quero hoje deixar, na conclusão da minha peregrinação à Terra Santa", acrescentou.Bento XVI subiu, depois, ao Gólgota, lugar onde Jesus teria sido crucificado e se recolheu novamente em oração. "Por graça de Deus, a esperança possa renascer sempre de novo nos corações de toda a população que vive nestas terras. E que esta esperança se enraíze em todos os corações, famílias e comunidades! A Igreja na Terra Santa, que tantas vezes experimentou o obscuro mistério do Gólgota, não deve cessar nunca de ser intrépido arauto da luminosa mensagem de esperança que proclama este túmulo vazio", insistiu."O Evangelho assegura-nos que Deus pode fazer novas todas as coisas, que a história não tem necessariamente que se repetir, que as memórias podem cicatrizar, que se podem superar os frutos amargos da recriminação e da hostilidade, e que pode surgir um futuro de justiça, paz, prosperidade e cooperação para cada homem e mulher, para toda a família humana e de modo especial para os povos que vivem nesta terra tão cara ao coração do nosso Salvador".O Papa concluiu com palavras de encorajamento aos fiéis cristãos: "Rezo para que a Igreja na Terra Santa encontre sempre novas forças na contemplação do túmulo [de Jesus] vazio. Ela está chamada a sepultar neste túmulo todas as suas ansiedades e medos, para que possa ressuscitar em cada dia e continuar o seu caminho através das ruas de Jerusalém, na Galiléia e mais além, proclamando o triunfo do perdão de Cristo e a promessa de vida nova . Como Cristãos, sabemos que a paz para esta atormentada terra tem um nome: Jesus Cristo. É Ele a nossa paz!"

Fonte: Canção Nova.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Um homem que se deixou usar pelo Espírito Santo de Deus

Paulo, homem culto, de espírito empreendedor

Papa Bento XVI convocou um ano jubilar dedicado ao Apóstolo Paulo, que se encerrará no dia 28 de junho de 2009. O Santo Padre o convocou porque é neste período que celebramos os 2 mil anos do nascimento do grande pregador da Palavra de Deus.
“Paulo, cujo nome na versão hebraica é Saulo, nasceu em Tarso, na Cilícia, hoje território da Turquia, entre os anos 7 e 10, segundo a grande maioria dos historiadores. Filho de pais judeus da diáspora, estudou em escola grega e por isso tinha como língua materna este idioma. Mas também foi formado em doutrina judaica, em Jerusalém, onde passou parte de sua juventude, na famosa escola do Rabino Gamaliel. Assim seria fluente também na língua aramaica. Era fariseu, homem culto, de espírito empreendedor, de uma têmpera singular em tudo o que fazia”, afirma Dom Gil Antônio Moreira – bispo de Juiz de Fora (MG).

Fonte: Canção Nova.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Deixar para trás as compulsões

Não somos o que adquirimos ou realizamos

Estar plenamente convertido é permitir que Deus nos conduza para fora de nossas compulsões. Significa que aceitamos desistir de tentar incessantemente “dar um jeito” nas coisas.
A liberdade é o oposto das obsessões compulsivas. Claro, isso não é fácil, principalmente porque somos motivados por necessidades prementes. Por exemplo: sentimo-nos solitários e assim procuramos – às vezes desesperadamente – alguém que possa remover nossa dor: o marido, a esposa ou um amigo. Somos muitos apressados em concluir que alguém ou alguma coisa pode, finalmente, acabar com nossa carência. E assim passamos a esperar muito dos outros.
Passamos a ser exigentes, dominadores e até violentos. Os relacionamentos entortam-se debaixo de enorme peso, porque depositamos exagerada seriedade neles. Sobrecarregamos nossos semelhantes com poderes imortais. E, nos piores momentos, fazemos deles instrumentos para preencher nossas expectativas, mas sempre que escolho outros deuses, fazendo de pessoas ou eventos a fonte de minha alegria, constato que minha tristeza só tende a aumentar.
Quando exijo de outros aquilo que só Deus pode dar, experimento dor. Um Salmo do Antigo Testamento aponta em outra direção: “Ao Senhor declaro: Tu és o meu Senhor; não tenho bem nenhum além de Ti” (Salmo 16,2).
Essa oração provém da experiência religiosa de um adorador que sabe estar protegido pela presença de Deus no templo. O salmista continua a declarar que Deus é a sua “porção”, ‘cálice” e “herança”. Essas imagens se reportam a um tempo anterior em Israel, quando os levitas, servos de Deus, não tiveram parte na herança dada às outras tribos, pois o próprio Deus foi a sua porção (cf. Deuteronômio 10,9). Percebemos que a fonte de alegria do salmista era uma vida vivida em comunhão com o Senhor.
Muitas coisas em nossa vida são obviamente de imensa importância para nós. Não podemos ser completos sem gente para amar e sem gente que nos ame. Necessitamos de comida e de um lugar para viver; desfrutamos da companhia de um amigo e do prazer de ler um livro. Mas manter a mão aberta significa lembrar que não somos o que adquirimos ou realizamos, mas sim, o que temos recebido.
As mais profundas alegrias não provêm do dinheiro que ganhamos, de amigos que nos cercam ou de resultados obtidos. Somos, realmente, as pessoas que Deus fez em Seu infinito amor. Somos os dons que recebemos, não as vitórias que conquistamos. Enquanto nos desgastamos, tentando ansiosamente nos afirmar ou receber afirmação de outros, continuamos cegos Àquele que nos amou primeiro, habita em nosso coração e formou o nosso verdadeiro eu. Mas ainda podemos abrir nossos olhos. Podemos ver um novo caminho adiante.



Henri Nouwen.


Fonte: Canção Nova.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Viagem do Papa a Terra Santa é um ato de coragem, diz Pe. Lombardi

"Um ato de coragem, de esperança e de fé", assim o diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, Padre Federico Lombardi, expressou sua opinião sobre a viagem de Bento XVI à Terra Santa, durante a coletiva de imprensa desta manhã, 4, para apresentar a viagem que o Papa Bento XVI realizará à Terra Santa a partir da próxima sexta-feira, dia 8 de maio. Segundo Padre Lombardi, um dos objetivos desta viagem é "testemunhar o empenho pela paz e reconciliação numa situação difícil". E admitiu que esta viagem apostólica desenvolve-se num contexto "que não é favorável ao ambiente de serenidade" e que atinge, "depois de um conflito, como foi o de Gaza, tensões entre o Hamas e o Fatah e com um novo governo israelita. Será uma viagem de reconciliação e de paz para todo o povo" e uma "confirmação de um encorajamento para os cristão da Terra Santa".O porta voz do Vaticano referiu ainda que durante a etapa na Jordânia "são esperadas algumas palavras do Papa sobre os refugiados iraquianos, onde se incluem muitos cristãos", apesar de até ao momento não estar incluído nenhum encontro com um representante.Na sua visita ao memorial de Yad Vashem, em Israel, agendada para a manhã do dia 11 de maio, Bento XVI vai ouvir os testemunhos de seis sobreviventes do Holocausto.Na etapa em Belém, dia 13 de maio, está previsto um encontro com uma delegação de palestinianos de Gaza e de West Bank.Na etapa no Muro das Lamentações está previsto que Bento XVI deixe uma mensagem numa das fissuras do muro, tal como João Paulo II o fez em 2000.Os discursos do Papa serão em inglês enquanto que os rabinos de Jerusalém irão discursar em hebraico. O Papa Bento XVI irá visitar a Jordânia, Israel e os Territórios Palestinianos para uma visita apostólica que se prolonga até o dia 15 de maio.O Sistema Canção Nova de Comunicação vai fazer a cobertura completa da visita do Papa Bento XVI à Terra Santa. De 8 a 15 de maio, flashs ao vivo, transmissões em tempo real e reportagens especiais vão trazer todos os detalhes desta viagem papal, através da TV, Rádio e Internet.
Fonte: Ecclesia.

sábado, 2 de maio de 2009

Arquidiocese é pioneira em Catequese online para universitários

A Arquidiocese de Cascavel (PR) é a primeira do Brasil a oferecer uma Catequese online para universitários. Trabalho que mereceu a indicação da CNBB para representar as dioceses do Brasil no encontro da Pastoral Universitária em Roma, em março deste ano. O site fica em www.dommauro.com.br.O arcebispo Dom Mauro Aparecido dos Santos vê na internet um meio de chegar aos estudantes que têm um ritmo de vida cheio de compromissos. "Percebi que havia muita dificuldade de fazer a Catequese com os universitários, porque eles só tinham os intervalos de aula e alguns teriam até que 'enforcar' aula para poder participar". Então surgiu a idéia de fazer uma Catequese online. "Preparamos os conteúdos e depois fomos divulgar a idéia nas faculdades, para ver a aceitação dos universitários. E nós tivemos uma surpresa agradável".Como aconteceDom Mauro explica que basta o universitário se cadastrar com a matrícula da faculdade para receber o primeiro módulo da catequese. Em seguida, o aluno estuda, responde as perguntas e solicita o próximo módulo, até chegar ao quinto.Terminado o último módulo, o catequisando é chamado para uma conversa com o bispo, para depois fazer a Crisma ou Primeira Comunhão. "Eu sempre gosto de conversar com eles para ouvir o que eles entenderam dessa Catequese online", ressalta.O arcebispo destaca que o grande benefício é o catequizando poder encaixar o estudo da Catequese em qualquer hora do dia e controlar o tempo de duração. "Se ele quiser fazer tudo em um mês ele consegue, porque ele tem 24h de acesso". Além disso, ao terminar a Catequese, o universitário pode escolher a data para receber os Sacramentos, individualmente ou em grupo, conforme o número de catequizandos. Outra novidade é que, além dos estudantes, professores e funcionários da faculdade também podem fazer a Catequese online.Internet e evangelizaçãoO Arcebispo conta que "entrou no mundo da internet" no final de 2007. E percebeu que ela é um instrumento muito útil para a evangelização. Assim, ao ser transferido da Diocese de Campo Mourão (PR), onde ficou por nove anos, para Cascavel, em janeiro de 2008, resolveu abrir um site para ter um contato maior com os diocesanos. Em poucos dias, começaram a chegar muitas perguntas de pessoas que buscavam tirar as dúvidas ou queriam o comentário do arcebispo sobre algo que saiu no noticiário. "E assim acontecia esse contato com o povo para dizer o que a Igreja fala. Porque a gente só ouve as pessoas dizerem 'a Igreja Católica é contra', mas nunca dizem o porquê que ela é contra", aponta.Dom Mauro destaca que apesara de o site poder ser acessado de qualquer lugar do mundo, o serviço desta Catequese online é exclusivo para quem mora na arquidiocese de Cascavel. O que não impede outras dioceses de reproduzirem a mesma iniciativa.
Fonte: Canção Nova.

MAIO, MÊS DE MARIA E MÊS DAS MÃES

Este é um mês especial! Mês das Mães.
As Mães que Deus escolheu para nos gerar, criar, educar, proteger e amar. Não foi por mero acaso.
É o Mês de MARIA, a Mãe de Jesus .
Maria, através de seu semblante deixa transparecer a divindade de seu Filho muito amado, Jesus. Ela é a Mãe do Puro Amor.
Maria é promessa e esperança, é ternura e solidariedade, é bondade e amor. É o veículo direto que nos comunica com Seu Filho. É nossa intercessora.
A ela, confiamos nossas fraquezas, nossos sofrimentos, nossas limitações. Maria é nosso HELP!
O colo de Maria é maternal. Nele, encontramos abrigo e consolo. Ela nos conforta, nos acalenta. A presença da Virgem Maria em nossas vidas é real. Maria nos guia a cada momento. É mãe cuidadosa e amorosa com seus filhos. Assim, também, devemos ser com nossos filhos, semelhantes à Maria. Tratá-los com carinho sob nossa orientação e cuidados, mesmo que tenhamos que nos esforçar em certas ocasiões.
Devemos ser fiéis à Mãe de Deus, oferecendo nossas orações, aflições, angústias e tendo-a em lugar especial e respeitoso em nossas vidas.
Ela, não se esquece de nós. Precisamos ser Mães como Maria, acalentando nossos filhos, educando-os e amando-os, dentro dos princípios morais, éticos e religiosos. Sejamos mães comprometidas com nossos filhos, até as últimas conseqüências. Isso, alegrará o Coração de Maria.
Maria supervisiona nossa maternidade. Ela é Mãe Celeste das Mães.
Ela nos abençoa e solidifica nossa fé em seu Filho amado.
Com Maria firmamos nosso elo de união com Jesus Cristo seu FILHO.
O profundo mistério de ser Mãe de Deus a coloca numa posição privilegiada na história da salvação, elevando-a acima de todas as criaturas. Porém, não podemos esquecer que sua vida foi de ser humano normal semelhante à nossa, com as devidas diferenças da época.
Mas, as preocupações, sofrimentos, trabalhos, exatamente, como nós.
Estamos acostumados a vê-la nos altares, merecidamente, envolta em vestes douradas, mãos postas, glorificada.
Mas... Nos esforcemos para também vê-la de avental, cozinhando e lavando como nós.
Nossa relação com Nossa Senhora é uma relação de infinita igualdade e ao mesmo tempo de grandezas diferentes.
E o SIM de Maria? É o SIM do verdadeiro e Santo Amor.
Queremos pedir um pouco da sua coragem, para darmos o “SIM” necessário à realização do Plano de Deus em nós.
O Sim da Virgem Maria a coloca em plena disponibilidade ao Criador. Sem pensar nas conseqüências, faz a sua entrega, entrega total de prova de amor.
Maria foi o maior exemplo de fé, de certeza, fidelidade ao Pai.
Renuncia sua própria vida de jovem comum e assume o principal papel na História Universal, o de Mãe de Deus.
Sejamos como Maria, Mães amáveis, mães responsáveis, mães em regime integral.
O nosso culto à Virgem Santíssima, Mãe de Deus, Rainha de Todos os Anjos e Santos é de SUMA VENERAÇÃO-HIPERDULIA.
A Igreja estabeleceu duas festas de preceito e honra à Virgem Maria.
A Festa da Imaculada Conceição no dia oito de dezembro e a Festa da Assunção de Maria em quinze de Agosto.
As demais festas celebram os Privilégios de Maria. E são muitas,
pois ela tem muitos títulos.
No segundo domingo do mês de maio, comemoramos o Dia da Mãe, que na verdade, é todo dia. Mãe não tem férias, assim como não tiramos férias de Deus. A Mãe exerce sua maternidade até o fim.
São Bernardo, devoto mariano, dizia que o Coração de Maria Santíssima é como um quadro onde estão pintados todos os atrozes sofrimentos de seu Filho. Para conhecê-los, não é preciso fitar a cruz, basta observar o coração da Mãe Dolorosa.Os espinhos que ferem a cabeça de Jesus, os pregos que transpassam os pés, as mãos, as feridas que lhe cobrem os ombros, os insultos, as angustias, tudo isso está visivelmente esculpido no coração da Santíssima Virgem.
No Coração das mães, também estão cravados os sofrimentos de seus diletos filhos.
Como a Virgem Maria, as Mães têm seus sofrimentos e suas dificuldades. Confiemos nossas tribulações à Maria.
Nas suas freqüentes aparições ela repete: “Orai, orai muito pela conversão dos pecadores! Fazei penitência!”
Devemos fazer o que ela nos pede.
São vários seus títulos e muitos tratamentos especiais. Podemos e devemos tratá-la com respeito e dignidade. Entre muitos, Santíssima Virgem Maria, Nossa Senhora, Mãe de Deus ou simplesmente MARIA.
A exemplo de Maria, mulheres, sejamos Mães com docilidade, paciência e serviço, tudo temperado com fartas doses de Amor para exercermos o dom nobre desta linda e especialíssima missão: MÃE!

Fonte: Universo Católico.

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