"Por isso, digo-vos: não tenhais medo de construir a vossa vida na Igreja e com a Igreja! Sede orgulhosos do amor a Pedro e à Igreja que lhe foi confiada. Não vos deixeis enganar por aqueles que desejam opor Cristo à Igreja! Só existe um rochedo sobre o qual vale a pena construir a própria casa. Esta rocha é Cristo. Só há uma pedra sobre a qual vale a pena fundamentar tudo. Esta pedra é aquele a quem Cristo disse: 'Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja' (Mt 16, 18)".

Papa Bento XVI.
Discurso durante o encontro com os jovens no parque de Błonia. Cracóvia, 27 de Maio de 2006.

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domingo, 17 de maio de 2009

Papa fez a paz ressoar na Terra Santa, diz porta-voz do Vaticano

O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, considera que Bento XVI cumpriu a missão que se tinha proposto na Terra Santa: fazer que a paz ressoasse nos diferentes âmbitos religiosos, sociais e políticos."Nesta última viagem, o Papa falou muito de paz, como tinha prometido: trinta discursos, uma só mensagem, que ele repete sem cessar, neste único tema, com inúmeras variações - paz entre israelitas e palestinos; paz entre judeus, muçulmanos e cristãos; paz na Igreja, entre as confissões e ritos; paz na sociedade e na família; paz entre Deus, o homem e as criaturas; paz nos corações, no Oriente Médio, no mundo... Paz, paz, paz", refere o Padre Lombardi."Ele falou muito, mas também escutou, pelo menos o mesmo ou muito mais", continua, ao fazer um balanço para o 'Octava Dies', semanário do Centro Televisivo Vaticano (CTV), desta visita que, de 8 a 15 de Maio, levou o Papa à Jordânia, Israel e territórios palestinos.Segundo o Padre Lombardi, Bento XVI "realizou uma peregrinação aos lugares, mas, antes ainda, aos corações"."Não só visitou os lugares mais santos do cristianismo, mas também os do judaísmo e do Islão: Yad Vashem, o Muro das Lamentações, a Cúpula da Rocha. Ele assumiu os sentimentos de todos os peregrinos das três religiões às quais pede acesso aos lugares santos", precisa.Para o porta-voz do Vaticano, Bento XVI é "um Papa cristão, mas um Papa para todos, acima das divisões. Um exemplo a ser seguido".
Fonte: Eclesia e Canção Nova.

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