"Por isso, digo-vos: não tenhais medo de construir a vossa vida na Igreja e com a Igreja! Sede orgulhosos do amor a Pedro e à Igreja que lhe foi confiada. Não vos deixeis enganar por aqueles que desejam opor Cristo à Igreja! Só existe um rochedo sobre o qual vale a pena construir a própria casa. Esta rocha é Cristo. Só há uma pedra sobre a qual vale a pena fundamentar tudo. Esta pedra é aquele a quem Cristo disse: 'Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja' (Mt 16, 18)".

Papa Bento XVI.
Discurso durante o encontro com os jovens no parque de Błonia. Cracóvia, 27 de Maio de 2006.

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domingo, 18 de outubro de 2009

A Igreja existe para anunciar a esperança, diz Papa

Na manhã deste domingo, 18, o Papa Bento XVI, antes da oração do Ângelus, falou aos fiéis reunidos na Praça São Pedro, sobre o compromisso missionário cristão, devido ao Dia Mundial das Missões, celebrado hoje, e o Sínodo dos Bispos para a África, em andamento no Vaticano. O Papa pediu a todos os fiéis que ajudem espiritual e materialmente a Igreja Católica nos países mais pobres.

Bento XVI destacou que o Dia das Missões constitui para cada comunidade eclesial e para todos os cristãos uma forte chamada ao empenho de anunciar e testemunhar o Evangelho a todos, em particular aos que ainda o não conhecem.

Trata-se de testemunhar e transmitir a luz de Deus, revelada pelo Messias e que se reflete no rosto da Igreja. É a luz do Evangelho que guia os povos à constituição de uma grande família, na justiça e na paz, sob a paternidade do único Deus bom e misericordioso. A Igreja existe para anunciar esta mensagem de esperança a toda a humanidade, sublinhou o Papa.

Em todo o mês de outubro e, de modo especial no terceiro domingo, a Igreja põe em relevo a sua vocação missionária. “Guiada pelo Espírito Santo, a Igreja sabe estar chamada a prosseguir a obra do próprio Jesus, anunciando o Evangelho do Reino de Deus, que é justiça, paz e alegria no Espírito Santo”, destacou o Papa.

“Este Reino já está presente no mundo como força de amor, de liberdade, de solidariedade, de respeito da dignidade de cada homem, e a comunidade eclesial sente premer no coração a urgência de atuar para que se realize plenamente a soberania de Cristo”, enfatizou.

Todos os membros e articulações da Igreja cooperam neste projeto, segundo os diversos estados de vida e os carismas – reconheceu Bento XVI, que prosseguiu recordando expressamente os “missionários”, em sentido estrito:

“Quero recordar os missionários e as missionárias – padres, religiosos, religiosas e voluntários leigos – que consagram a sua existência a levar o Evangelho ao mundo, enfrentando também privações e dificuldades e por vezes até mesmo autênticas perseguições”.


Bento XVI recordou os missionários seqüestrados, mortos e perseguidos em seu trabalho e pediu aos católicos que os sustentem. Entre eles, o Santo Padre destacou dois: “Padre Ruggero Ruvoletto, sacerdote fidei donum, recentemente assassinado no Brasil e o padre Michael Sinnot, religioso irlandês, sequestrado poucos dias atrás nas Filipinas”.

Padre Rogério, como era conhecido no Brasil, foi assassinado em sua habitação, no dia 19 de setembro passado, aos 52 anos. Vivia em Manaus, há dois, e era encarregado de diversos projetos, entre os quais a construção de uma escola para crianças e um centro para ensinar a língua italiana.

Padre Michael Sinnot é um missionário de 79 anos que foi seqüestrado nas Filipinas em 11 de outubro passado. O sacerdote tem dois bypass* e foi recentemente operado do coração.

Ao final, o Papa agradeceu as Pontifícias Obras Missionárias pelo precioso serviço que oferecem na animação e na formação missionária e destacou o espírito de sacrifício e de amor a Cristo e à sua Igreja que está emergindo no Sínodo dos Bispos para a África.

Nos últimos dias, no Sínodo, os bispos denunciaram à Assembleia a perseguição sofrida pelos cristãos no Sudão, onde ataques violentos são freqüentes. Em alguns episódios, fiéis foram crucificados em árvores nas florestas.

E ao comentar que neste dia a Igreja celebra a festa do evangelista São Lucas, Bento XVI recordou o respectivo Evangelho e os Atos dos Apóstolos: “Invoquemos a sua intercessão, juntamente com a de São Francisco Xavier e de Santa Teresa do Menino Jesus, padroeiros das missões, e da Virgem Maria, para que a Igreja possa continuar a difundir a luz de Cristo para todos os povos.


Fonte: Canção Nova e Rádio Vaticano

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