"Por isso, digo-vos: não tenhais medo de construir a vossa vida na Igreja e com a Igreja! Sede orgulhosos do amor a Pedro e à Igreja que lhe foi confiada. Não vos deixeis enganar por aqueles que desejam opor Cristo à Igreja! Só existe um rochedo sobre o qual vale a pena construir a própria casa. Esta rocha é Cristo. Só há uma pedra sobre a qual vale a pena fundamentar tudo. Esta pedra é aquele a quem Cristo disse: 'Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja' (Mt 16, 18)".

Papa Bento XVI.
Discurso durante o encontro com os jovens no parque de Błonia. Cracóvia, 27 de Maio de 2006.

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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Laicidade não significa negar a transcendência da escola, adverte Bento XVI

O papel das escolas católicas é reivindicado pelos direitos humanos, esclarece.

Bento XVI esclareceu que a laicidade não significa renunciar ou desterrar todo elemento transcendente na educação, em particular nas escolas públicas.

O pontífice, ainda que não tenha entrado na polêmica da apresentação dos crucifixos nas escolas públicas, tratou do tema de fundo ao receber neste sábado os bispos dos Regionais Sul 3 e Sul 4 (Estados do Rio Grande de Sul e Santa Catarina) da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

Segundo disse o Papa aos prelados, “uma sadia laicidade da escola não implica na negação da transcendência, nem uma mera neutralidade face àqueles requisitos e valores morais que se encontram na base de uma autêntica formação da pessoa, incluindo a educação religiosa”.

Neste contexto, o bispo de Roma falou também da função exercida pela escola católica, que “não pode ser pensada nem vive separada das outras instituições educativas”.

“Está ao serviço da sociedade – esclareceu: desempenha uma função pública e um serviço de pública utilidade, não reservado apenas aos católicos, mas aberto a todos os que queiram usufruir de uma proposta educativa qualificada.”

Segundo o Santo Padre, “o problema da sua paridade jurídica e econômica com a escola estatal só poderá ser corretamente impostado se partirmos do reconhecimento do papel primário das famílias e subsidiário das outras instituições educativas”.

Ele baseou sua proposta no artigo 26 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, quando diz: “Os pais têm prioridade de direito na escolha do gênero de instrução que será ministrada a seus filhos”.

“O empenho plurissecular da escola católica situa-se nesta direção, impelido por uma força ainda mais radical, ou seja, a força que faz de Cristo o centro do processo educativo”, indicou.

No início do encontro, Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, arcebispo de Florianópolis e presidente da Conferência Episcopal Regional Sul 4, constatou que no seu país a tarefa educativa da Igreja acontece “em um mundo marcado pelo relativismo e pelo individualismo”, como acontece em outras nações ocidentais.

Fonte: Zenit

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