"Por isso, digo-vos: não tenhais medo de construir a vossa vida na Igreja e com a Igreja! Sede orgulhosos do amor a Pedro e à Igreja que lhe foi confiada. Não vos deixeis enganar por aqueles que desejam opor Cristo à Igreja! Só existe um rochedo sobre o qual vale a pena construir a própria casa. Esta rocha é Cristo. Só há uma pedra sobre a qual vale a pena fundamentar tudo. Esta pedra é aquele a quem Cristo disse: 'Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja' (Mt 16, 18)".

Papa Bento XVI.
Discurso durante o encontro com os jovens no parque de Błonia. Cracóvia, 27 de Maio de 2006.

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domingo, 17 de janeiro de 2010

Papa destaca Dia Mundial dos Migrantes e sua visita à Sinagoga

O Papa Bento XVI desloca-se neste domingo, às 16h30 (hora local), à grande Sinagoga de Roma, ao chamado “Templo Maior”, para se encontrar com a Comunidade hebraica da cidade. O fato foi referido pelo próprio Papa, em suas palavras antes da oração do Ângelus, ao meio-dia na praça de São Pedro, explicando que esta visita, que acontece 24 anos após a histórica visita do seu predecessor, João Paulo II, assinala “mais uma etapa no caminho da concórdia e amizade entre católicos e judeus.

“Não obstante os problemas e dificuldades, entre os crentes das duas religiões respira-se um clima de grande respeito e diálogo, que testemunha crescente maturação nas relações e o empenho comum em valorizar aquilo que nos une: antes de mais a fé no único Deus, mas também a tutela da vida e da família, a aspiração à justiça social e à paz”.

O Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, celebrado neste domingo, 17, foi o primeiro ponto abordado pelo Papa em sua alocução, recordando a Mensagem publicada para este dia. “Jesus Cristo viveu, como recém-nascido, a dramática experiência de refugiado, em razão das ameaças de Heródes, recordou Bento XVI. Ele ensina-nos a acolher as crianças com grande respeito e amor”.

“Também a criança, qualquer que seja a sua nacionalidade ou a cor da pele, há de ser considerada, sempre e acima de tudo, como pessoa, imagem de Deus, a promover e tutelar contra toda e qualquer marginalização e exploração. Em especial, ocorre desenvolver todo o esforço para que aos menores, que se encontram vivendo em um país estrangeiro, estejam garantidos no plano legislativo e sobretudo acompanhados nos inúmeros problemas que têm que enfrentar".

O Santo Padre encorajou “vivamente” as comunidades cristãs e os organismos que se empenham ao serviço dos menores migrantes e refugiados, exortando todos a, em relação a eles, “manter viva a sensibilidade educativa e cultural”, segundo o autêntico espírito evangélico.

Fonte: Canção Nova e Rádio Vaticano

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