"Por isso, digo-vos: não tenhais medo de construir a vossa vida na Igreja e com a Igreja! Sede orgulhosos do amor a Pedro e à Igreja que lhe foi confiada. Não vos deixeis enganar por aqueles que desejam opor Cristo à Igreja! Só existe um rochedo sobre o qual vale a pena construir a própria casa. Esta rocha é Cristo. Só há uma pedra sobre a qual vale a pena fundamentar tudo. Esta pedra é aquele a quem Cristo disse: 'Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja' (Mt 16, 18)".

Papa Bento XVI.
Discurso durante o encontro com os jovens no parque de Błonia. Cracóvia, 27 de Maio de 2006.

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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Encontro vocacional

Estou em Cambé para participar do nosso encontro vocacional, por isso estarei fora por um tempo e o blog ficara sem postagens novas, mas já adianto que a próxima postagem será sobre vida comunitária.
Iunctio in Christo, Felix Vita.
Sem. Cesar da Rocha Pires.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Papa Karol


Pequena criança humilde,
que na Polônia nasceu,
ali brincou e cresceu
e logo sua mãe perdeu.





Jovem artista e sonhador
pelo teatro se encantou.
Mas sua vida era outra
porque Deus lhe chamou.
.





Grande padre e professor
na Itália doutorou,
O amor ao estudo,
sempre lhe fascinou





Jovem bispo com futuro.
O barrete recebeu,
um passo ao papado
e mais tarde o jubileu.




Grande viajante e peregrino,
a Maria muito fiel,
de Tchestocowa a Aparecida,
mãe auxiliadora do céu.


Um papa muito alegre.
João de Deus foi chamado,
pelo povo brasileiro
é um papa muito amado.




Frágil de saúde de corpo,
forte de saúde de alma.
Homem de grande Fé,
sempre caminhando com calma.







Sua morte foi chocante,
o mundo inteiro se abateu,
sua viagem aqui na terra
simplesmente anoiteceu.



Agora um novo passo,
João Paulo é Beato.
Vai interceder por nós,
Ninguém pode negar, isto é fato!









Santo sempre foi,
agora canonizado.
Junto com São João XXIII,
São João Paulo II é invocado. 









Cesar da Rocha Pires
12 de agosto de 2010, adaptado no dia 01 de maio de 2011 e novamente adaptado no dia 03 de maio de 2014.

Sete excelências da batina

1ª — Recordação constante do sacerdócio

Certamente que, uma vez recebida a ordem sacerdotal, não se esquece facilmente. Porém um lembrete nunca faz mal: algo visível, um símbolo constante, um despertador sem ruído, um sinal ou bandeira. O que vai à paisana é um entre muitos, o que vai de batina, não. É um sacerdote e ele é o primeiro persuadido. Não pode permanecer neutro, o traje o denuncia. Ou se faz um mártir ou um traidor, se chega a tal ocasião. O que não pode é ficar no anonimato, como um qualquer. E logo quando tanto se fala de compromisso! Não há compromisso quando exteriormente nada diz do que se é. Quando se despreza o uniforme, se despreza a categoria ou classe que este representa.

2ª — Desperta o sentido do sobrenatural e evita os devastadores efeitos da dessacralização

Não resta dúvida de que os símbolos nos rodeiam por todas as partes: sinais, bandeiras, insígnias, uniformes... Um dos que mais influencia é o uniforme. Um policial, um guardião, é necessário que atue, detenha, dê multas, etc. Sua simples presença influi nos demais: conforta, dá segurança, irrita ou deixa nervoso, segundo sejam as intenções e conduta dos cidadãos.

Uma batina sempre suscita algo nos que nos rodeiam. Desperta o sentido do sobrenatural. Não faz falta pregar, nem sequer abrir os lábios. Ao que está de bem com Deus dá ânimo, ao que tem a consciência pesada avisa, ao que vive longe de Deus produz arrependimento.

As relações da alma com Deus não são exclusivas do templo. Muita, muitíssima gente não pisa na Igreja. Para estas pessoas, que melhor maneira de lhes levar a mensagem de Cristo do que deixar-lhes ver um sacerdote consagrado vestindo sua batina?

Os fiéis tem lamentado a dessacralização e seus devastadores efeitos. Os modernistas clamam contra o suposto triunfalismo, tiram os hábitos, rechaçam a coroa pontifícia, as tradições de sempre e depois se queixam de seminários vazios, de falta de vocações. Apagam o fogo e se queixam de frio. Não há dúvidas: o "desbatinamento" ou "desembatinação" leva à dessacralização.

3ª — É de grande utilidade para os fiéis

O sacerdote o é não só quando está no templo administrando os sacramentos, mas nas vinte e quatro horas do dia. O sacerdócio não é uma profissão, com um horário marcado; é uma vida, uma entrega total e sem reservas a Deus. O povo de Deus tem direito a que o auxilie o sacerdote. Isto se facilita se podem reconhecer o sacerdote entre as demais pessoas, se este leva um sinal externo. Aquele que deseja trabalhar como sacerdote de Cristo deve poder ser identificado como tal para o benefício dos fiéis e melhor desempenho de sua missão.

4ª — Serve para preservar dos perigos do mundanismo

A quantas coisas se atreveriam os clérigos e religiosos se não fosse pelo hábito! Esta advertência, que era somente teórica quando a escrevia o exemplar religioso Pe. Eduardo F. Regatillo, S.I., é hoje uma terrível realidade.

Primeiro, foram coisas de pouca monta: entrar em bares, lugares de recreio, diversão, conviver com os seculares, porém pouco a pouco se tem ido cada vez a mais.

Os modernistas querem nos fazer crer que a batina é um obstáculo para que a mensagem de Cristo entre no mundo. Porém, suprimindo-a, desapareceram as credenciais e a mesma mensagem. De tal modo, que já muitos pensam que o primeiro que se deve salvar é o mesmo sacerdote que se despojou da batina supostamente para salvar os outros.

Deve-se reconhecer que a batina fortalece a vocação e diminui as ocasiões de pecar para aquele que a veste e para os que o rodeiam. Dos milhares que abandonaram o sacerdócio depois do Concílio Vaticano II, praticamente nenhum abandonou a batina no dia anterior ao de ir embora: tinham-no feito muito antes.

5ª — É de grande utilidade o prestígio da veste religiosa

O povo cristão vê no sacerdote o homem de Deus, que não busca o próprio bem particular senão o de seus paroquianos. O povo escancara as portas do coração para escutar o padre que é o mesmo para o pobre e para o poderoso. As portas das repartições, dos departamentos, dos escritórios, por mais altas que sejam, se abrem diante das batinas e dos hábitos religiosos. Quem nega a uma monja o pão que pede para seus pobres ou idosos? Tudo isto está tradicionalmente ligado a alguns hábitos. Este prestígio da batina se tem acumulado à base de tempo, de sacrifícios, de abnegação. E agora, se desprendem dela como se se tratasse de um estorvo?

6ª — Impõe a modéstia no vestir

A Igreja preservou sempre seus sacerdotes do vício de aparentar mais do que se é e da ostentação dando-lhes um hábito singelo em que não cabem os luxos. A batina é de uma peça (desde o pescoço até os pés), de uma cor (preta) e de uma forma (saco). Os arminhos e ornamentos ricos se deixam para o templo, pois essas distinções não adornam a pessoa senão o ministro de Deus para que dê realce às cerimônias sagradas da Igreja.

Porém, vestindo-se à paisana, a vaidade persegue o sacerdote como a qualquer mortal: as marcas, qualidades do pano, dos tecidos, cores, etc. Já não está todo coberto e justificado pelo humilde hábito religioso, ao se colocar no nível do mundo, este o sacudirá, à mercê de seus gostos e caprichos. Haverá de ir com a moda e sua voz já não se deixará ouvir como a do que clamava no deserto coberto pela veste do profeta vestido com pêlos de camelo.

7ª — Facilita a prática das virtudes e a compenetração de sua missão sagrada

Como alguém que tem parte no Santo Sacerdócio de Cristo, o sacerdote deve ser exemplo da humildade, da obediência e da abnegação do Salvador. A batina o ajuda a praticar a pobreza, a humildade no vestiário, a obediência à disciplina da Igreja [5] e o desprezo das coisas do mundo. Vestindo a batina, dificilmente se esquecerá o sacerdote de seu importante papel e sua missão sagrada, ou confundirá seu traje e sua vida com a do mundo.


Pe. Jaime Tovar Patrón *

*O autor, Padre Jaime Tovar Patrón, coronel capelão, desenvolveu importantes atividades no Vicariato Castrense. Oriundo de Extremadura, Espanha, foi grande orador sacro. Autor do livro Los curas de la Cruzada, autêntica enciclopédia dos heróicos sacerdotes que desenvolveram seu trabalho pastoral entre os combatentes da gloriosa Cruzada de 1936. É, ademais, um historiador do sacerdócio castrense. Faleceu em janeiro de 2004.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Empresas apóiam a transmissão nacional da Festa de Nossa Senhora da Glória com o padre Manzotti Maringá 2010

A mulher na vida eclesiástica

Vemos nos noticiários principalmente nas paginas da internet uma certa movimentação na Igreja Anglicana, onde as mulheres ganham espaço cada vez mais. O Anglicanismo é conhecido por ordenar mulheres para o Sacerdócio e atualmente estão ordenando para o episcopado.
Para os Católicos Romanos a mulher na vida eclesiástica não é aceita, pois desde os primórdios da Igreja acredita-se que os homens foram chamados para o sacerdócio, sacerdócio este que foi confiado por Cristo.

Muitos criticam a opinião da Igreja e falam que a mesma é preconceituosa, porém acredita-se o contrario. O Senhor escolheu como apóstolos a doze homens. Havia mulheres que o seguiam e serviam, algumas mais fiéis e enérgicas que os apóstolos, mas não as chamou para o ministério sacerdotal. A mulher tem seu espaço na Igreja, um espaço significativo, mas tudo tem limites. Essas mulheres “bispos” não entendem a sua posição na Igreja, não entendem a pequenez diante de Deus, e muitas delas só aspiram aos cargos eclesiásticos e não ao serviço do sacerdócio e do episcopado.

A Igreja Católica não pode ser tão liberal a este ponto como os anglicanos foram. Diga-se de passagem, que uma reverenda anglicana deu a comunhão a um cachorro. Vemos a onde foi parar a liberdade dos Anglicanos, a Igreja Católica deve ter freios, se não vai cair no buraco.
Podemos ver a própria insatisfação de padre e fieis anglicanos que estão migrando para o catolicismo.

A mulher deve sim participar da Igreja, porém como a Igreja pede, pois ela é guiada pelo Espírito Santo.

Cesar da Rocha Pires.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Para que Cristo me chama?

Cristo me chamou
e estou aqui,
a duvida vem e vai
para onde devo ir?

O lugar é este?
ou será que é aquele?
Não sei ainda
só quem sabe é ele.

Meu Deus me vejo só,
estou com medo.
Será que sou capaz?
Será que estou me perdendo?

Na tua graça eu confio,
Já sou outro alguém
mergulhado na sua providencia
onde digo um forte AMÉM!

Cesar da Rocha Pires.
11/08/2010

domingo, 8 de agosto de 2010

Pedofilia e Celibato

A Igreja vive um momento muito triste onde as tormentas são constantes. Os escândalos de padres pedófilos estão na mídia para qualquer um ver e tirar a sua conclusão, que muitas vezes é precipitada.


Já fui questionado varias vezes do porque do celibato dos padres e a sua contribuição para os casos de pedofilia. Vemos aqui uma das conclusões precipitadas que a sociedade faz sobre a pedofilia. Nos primórdios da Igreja os padres tinham suas famílias domesticas, ou seja: esposa e filhos. Mais por uma decisão da Igreja foi imposto o celibato. Mas você pode se questionar: o padre não vai sentir necessidade de ter uma família? Lembremo-nos que família não é apenas aqueles que temos laços sanguíneos, mas sim são aqueles que nos rodeiam, no caso do padre seria sua comunidade religiosa e sua comunidade paroquial.

Agora te convido a uma simples brincadeira de imaginar. Pois bem, imagine um padre em sua paróquia. Esse padre tem uma mulher e três filhos. Durante a celebração da Santa Missa o telefone toca, é a diretora do colégio dizendo que o seu filho tirou notas baixas. Bem o padre deve estar sempre disponível para sua comunidade paroquial, e tendo uma família domestica essa dedicação não seria 100 %.

Mas o celibato é a causa da pedofilia? NÃO! A pedofilia é um distúrbio sexual que não acontece apenas dentro da Igreja, mas sim em todo o mundo, por exemplo: um pedófilo que não esta dentro da Igreja, ou seja, não é padre, esse não pratica o celibato, mas tem o distúrbio da pedofilia. Pedófilos não estão apenas na Igreja, mas sim em todo o lugar, então não justifica dizer que o celibato é a causa da pedofilia, uma vez que grande parte de pedófilos não são celibatários. Mas você ainda pode me questionar: Tudo bem, o celibato não influencia a uma pessoa a ser pedófila, mas será que a falta de uma companhia (esposa) não influencia nesse distúrbio? Bem, a Igreja pede aos casais que sejam castos que vivam seu casamento na santidade. Pois bem, vamos pegar o pastor evangélico como exemplo: um pastor pode casar-se, e mesmo assim vemos alguns (na verdade pouquíssimos porque não interessa à mídia) casos de pastores que cometeram crimes sexuais contra crianças. Como já disse anteriormente a pedofilia é um distúrbio sexual no qual não podemos ligar a castidade ou vida matrimonial. No caso do pastor vemos que mesmo casado ele esta sujeito a cometer crimes desse nível. Não podemos justificar o ato pedófilo com a primeira coisa que vem na mente, às chamadas conclusões precipitadas, por exemplo: o padre é casto, então sente necessidades sexuais, logo, o padre quer satisfazer suas necessidades sexuais com o primeiro que encontrar.

O Celibato não tem nada haver com a pedofilia!

De todos os sacerdotes do mundo 2 % são pedófilos, nós estamos falando de uma porcentagem mínima, e mídia faz parecer que a Igreja Católica é um covil de pedófilos. Não podemos generalizar, não podemos perder nossa fé, todavia devemos reanimá-la dia após dia rezando pela Igreja e por seus sacerdotes. Este é um momento de provação que devemos lutar para superá-lo. Sua Santidade Bento XVI tem mostrado firmeza para lidar com essa situação, ele vem quebrando a lei do silencio e lutando contra essa praga que esta em nossa Igreja. Essa luta contra a pedofilia pode marcar seu pontificado, um pontificado sofrido, onde nós como batizados devemos rezar para que o papa e a Igreja possam superar este canavial de horrores e turbulências.


Que o Celibato não seja justificativa para a pedofilia, e lembre-se: nós estamos sendo perseguidos assim como eram perseguidos os primeiros cristãos, porém de uma forma mais moderna.
Sem. Cesar da Rocha Pires

sábado, 7 de agosto de 2010







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