"Por isso, digo-vos: não tenhais medo de construir a vossa vida na Igreja e com a Igreja! Sede orgulhosos do amor a Pedro e à Igreja que lhe foi confiada. Não vos deixeis enganar por aqueles que desejam opor Cristo à Igreja! Só existe um rochedo sobre o qual vale a pena construir a própria casa. Esta rocha é Cristo. Só há uma pedra sobre a qual vale a pena fundamentar tudo. Esta pedra é aquele a quem Cristo disse: 'Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja' (Mt 16, 18)".

Papa Bento XVI.
Discurso durante o encontro com os jovens no parque de Błonia. Cracóvia, 27 de Maio de 2006.

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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

O Papa sempre tem razão! Observações sobre a Aids na África são confirmadas por pesquisa.

"E não é que o Papa tinha razão?"
Enviado por Marcio Antonio Campos, 27/02/2011 às 20:33
 
Papa Bento XVI: observações sobre a Aids
na África são confirmadas por pesquisa.
Quando o assunto é Aids, muitos lembram como Uganda conseguiu reduzir as taxas de contaminação usando a pedagogia do "ABC" (abstinência, fidelidade e camisinha, necessariamente nesta ordem), enquanto outros países africanos continuavam a ser devastados pela epidemia. Mesmo assim, o Papa Bento XVI foi duramente atacado quando, no avião que o levava a Camarões, em 2009, afirmou que a mera distribuição de preservativos não resolveria o problema da Aids na África; pelo contrário, apenas agravaria a situação.

No começo do mês, o site PloS Medicine publicou um estudo de um time de pesquisadores que incluía gente da Universidade Harvard, das Nações Unidas e do Imperial College londrino, além de cientistas do Zimbábue, que oferece uma explicação para a redução das taxas de incidência da Aids naquele país (pela página linkada dá para baixar o PDF). Enquanto o uso de preservativos se manteve em níveis estáveis entre o fim da década de 90 e o meio da década passada, a atividade sexual fora do casamento teve uma forte diminuição. O texto ressalta que esta mudança não tem necessariamente uma motivação moral: embora as igrejas também façam suas campanhas, os pesquisadores apontam dois fatores que tiveram, em sua opinião, uma influência maior neste novo comportamento: o impacto da doença entre a população, com parentes e amigos mortos devido à Aids; e a crise econômica, que tornou mais difícil tanto manter um relacionamento extraconjugal quanto pagar por sexo em um bordel.
 
Logo depois das declarações do Papa, Edward Green, também da Harvard e uma referência em pesquisas sobre Aids, afirmou que Bento XVI podia muito bem estar certo quando falou sobre a Aids na África (Green ressaltou que em outros países, onde a Aids se espalha principalmente por meio da prostituição, a estratégia de distribuição de camisinhas era bem mais eficaz). Agora, esta nova pesquisa reforça: o melhor jeito de combater a Aids passa pela adoção de comportamentos mais condizentes com a dignidade humana, ainda que as pessoas mudem seu jeito de agir por pragmatismo, e não por uma maior consciência moral.
 
Fonte: www.gazetadopovo.com.br/blog/tubodeensaio

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