"Por isso, digo-vos: não tenhais medo de construir a vossa vida na Igreja e com a Igreja! Sede orgulhosos do amor a Pedro e à Igreja que lhe foi confiada. Não vos deixeis enganar por aqueles que desejam opor Cristo à Igreja! Só existe um rochedo sobre o qual vale a pena construir a própria casa. Esta rocha é Cristo. Só há uma pedra sobre a qual vale a pena fundamentar tudo. Esta pedra é aquele a quem Cristo disse: 'Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja' (Mt 16, 18)".

Papa Bento XVI.
Discurso durante o encontro com os jovens no parque de Błonia. Cracóvia, 27 de Maio de 2006.

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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

sábado, 26 de outubro de 2013

Pacote para a Canonização dos Papas João Paulo II e João XXIII

Pacote para a Canonização dos Beatos João Paulo II e João XXIII. U$: 3.965,00 
Em até 10x no cartão ou boleto bancário!

Ou: (41) 3079-2797 - Falar com Bety.
Seja testemunha desse evento histórico!

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

O bom humor de Bento XVI - The good mood of Benedict XVI



Algumas cenas curiosas e engraçadas do Papa Emérito Bento XVI, ainda reinando.

sábado, 19 de outubro de 2013

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Vídeo: Bento: O Defensor da Verdade - Italiano/Português

Vídeo exclusivamente com legendas em Português sobre o Papa Emérito Bento XVI. É um vídeo curto, porém muito bonito. O trabalho de legenda-lo foi realizado pelo Blog "Católico com muito Orgulho" (www.cesarjhs.blogspot.com). O áudio é em italiano, e o vídeo foi produzido pela "Fondazione Ratzinger".

https://www.facebook.com/CatolicoComMuitoOrgulho

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

CNBB: Orientações Pastorais sobre a RCC

Imagem postada no facebook pela página do Blog Católico com muito Orgulho. Tal imagem, serviu de inspiração para a construção do texto abaixo pelo site:
catolicostradicionais.com.br
Em abril de 1994, a CNBB começou a estudar um projeto de orientações pastorais sobre a Renovação Carismática Católica. Devido ao acúmulo de trabalho, a Comissão não pôde prosseguir com o estudo, então, delegou à Presidência, Comissão Episcopal de Pastoral e ao Conselho permanente que fosse feito o prosseguimento do mesmo até a sua aprovação final.


Com isso, na 34ª Reunião Ordinária do Conselho Permanente em novembro de 1994, uma nova comissão episcopal retomou o trabalho e, por fim, apresentou orientações pastorais não só à Renovação Carismática do Brasil, mas também a todas as comunidades e demais movimentos.

Foi muito esperado que a CNBB tomasse uma posição perante às ações e costumes que são encontrados nos círculos carismáticos no Brasil. Ações essas que são contra a Teologia da Igreja, que pouco a pouco autodemoliram a Tradição Milenar da Santa Igreja. Essa autodemolição ou suicídio relaciono a fala do Cardeal Pacelli, futuro Papa Pio XII, quando ele ainda era Secretário de Estado de Pio XI, no final de 1936, quando comentou sobre a mensagem de Fátima, onde Nossa Senhora advertia sobre o risco de uma mudança na liturgia:

Estou obcecado pelas confidências da Virgem à pequena Lúcia de Fátima. Essa obstinação de Nossa Senhora diante do perigo que ameaça a Igreja, é um aviso divino contra o suicídio que representaria a alteração da fé, em sua liturgia, sua teologia e sua alma”.(…)
Sobre as orientações da CNBB à RCC, algumas são relacionadas à questões particulares dos movimentos carismáticos, tais como: "Batismo do Espírito", "Dons e Carismas", "Falar em Línguas", etc. Mas vemos também observações feitas sobre a Legislação Litúrgica que são baseadas nas mudanças feitas pelo Concílio Vaticano II (mudanças que afrontam as ordens dadas por São Pio V em jamais se alterar o Missal), tais como:
40. Nas celebrações, observe-se que a legislação litúrgica que, embora estabeleça normas precisas para certo momentos, abre amplo espaço para a criatividade. Não se introduzam elementos estranhos à tradição litúrgica da Igreja ou que esteja em desacordo com o que estabelece o Magistério ou aquilo que é exigido pela própria índole da celebração.
41. Na celebração da Missa, não se deve salientar de modo inadequado as palavras da Instituição, nem se interrompa a Oração Eucarística para momentos de louvor a Cristo presente na Eucaristia com aplausos, vivas, procissões, hinos de louvor eucarístico e outras manifestações que exaltem de tal maneira o sentido da presença real que acabem esvaziando as várias dimensões da celebração eucarística. 

Outras orientações que vemos não ser observadas por alguns movimentos são as seguintes, relacionadas às Questões Particulares dessas comunidades:



54. Alguns temas necessitam de maior aprofundamento teológico, diálogo eclesial e orientação pastoral, tais como: Batismo no Espírito Santo, dons e carismas, dom da cura, orar e falar em línguas, profecia, repouso no Espírito, poder do mal e exorcismo. 
55. A palavra “Batismo” significa tradicionalmente o sacramento da iniciação cristã. Por isso, será melhor evitar o uso da expressão “Batismo no Espírito”, ambígua, por sugerir uma espécie de sacramento. Poderão ser usados termos como “efusão do Espírito Santo”, “derramamento do Espírito Santo”. Do mesmo modo, não se utilize o termo “confirmação” para não confundir com o sacramento da
crisma (Cf. Comissão Episcopal de Doutrina, Comunicado Mensal, Dez de 1993,
2217).
56. Dons e Carismas: O grande dom, que deve ser por todos desejado, é o da caridade: “Aspirai aos dons mais altos. Aliás, passo a indicar-vos um caminho que ultrapassa a todos…” (1 Cor 12, 31-13,13). “A caridade é o primeiro dom e o mais
necessário, pelo qual amamos a Deus acima de tudo e o próximo por causa dele” (LG, 42). 
57. “O Espírito Santo unifica a Igreja na comunhão e no ministério. Dota-a e dirige-a mediante os diversos dons hierárquicos e carismáticos” (LG, 4). O Espírito opera “pelas múltiplas graças especiais, chamadas de carismas, através das quais torna os fiéis aptos e prontos a tomarem sobre si os vários trabalhos e ofícios que contribuem para a renovação e maior incremento da Igreja” (Catecismo da Igreja Católica, 798). Os carismas devem ser recebidos com gratidão e consolação. E não devem ser temerariamente pedidos nem se ter a presunção de possui-los (cf. LG 12). 
58. Haja muito discernimento na identificação de carismas e dons extraordinários. Diante das pessoas que teriam carismas especiais, o juízo sobre sua autenticidade e seu ordenado exercício compete aos pastores da Igreja. A eles em especial cabe não extinguir o Espírito, mas provar as coisas para ficar com o que é bom (cfr. 1 Tes 5,12.19.21). Assim, também no que se refere aos carismas, a RCC se atenha rigorosamente às orientações do Bispo Diocesano. 
59. Dom da cura: O Senhor dá a algumas pessoas um carisma especial de cura, para manifestar a força da graça do Ressuscitado. No entanto, as orações mais intensas não conseguem obter a cura de todas as doenças. São Paulo aprende do Senhor que “basta minha graça, pois é na fraqueza que minha força manifesta todo seu poder” (2 Cor 12, 9), e que os sofrimentos que temos que superar podem ter como sentido “completar na minha carne o que falta às tribulações de Cristo pelo seu corpo, que é a Igreja” (Cl 1,24). 
60. Ao implorar a cura, nos encontros da RCC ou em outras celebrações, não se adote qualquer atitude que possa resvalar para um espírito milagreiro e mágico, estranho à prática da Igreja Católica (cf. Eclo 38, 11-12). 
61. Nas celebrações com doentes, não se usem gestos que dão a falsa impressão de um gesto sacramental coletivo ou que uma espécie de “fluido espiritual” viesse a operar curas. 
62. O Óleo dos Enfermos não deve ser usado fora da celebração do Sacramento. Para não criar confusão na mente dos fiéis, quem não é sacerdote não faça uso do óleo em bênção de doentes, mas use apenas o Ritual de Bênçãos oficial da Igreja. 
63. Orar e falar em línguas: O destinatário da oração em línguas é o próprio Deus, por ser uma atitude da pessoa absorvida em conversa particular com Deus. E o destinatário do falar em línguas é a comunidade. O apóstolo Paulo ensina: “Numa assembléia prefiro dizer cinco palavras com a minha inteligência para instruir também aos outros, a dizer dez mil palavras em línguas” (1 Cor 14,19). Como é difícil discernir, na prática, entre inspiração do Espírito Santo e os apelos do
animador do grupo reunido, não se incentive a chamada oração em línguas e nunca se fale em línguas sem que haja interprete. 
64. Dom da profecia: Na Bíblia, profeta é o que fala em nome de Deus. Significa, pois, um evangelizador. É a comunicação de assuntos espirituais aos participantes de reuniões comunitárias, aos quais se dirigem palavras de exortação e encorajamento. “Aquele que profetiza, fala aos homens: edifica, consola, exorta” (1 Cor 14,3). É um dom para o bem da comunidade e não tem em vista adivinhações futuras. 
65. Haja grande discernimento quanto ao dom da profecia, eliminando qualquer dependência mágica e até supersticiosa. 
66. Em Assembléias, grupos de oração, retiros e outras reuniões evite-se a prática do assim chamado “repouso no Espírito”. Essa prática exige maior aprofundamento, estudo e discernimento. 
67. Poder do mal e exorcismo: Cristo venceu o demônio e todo o espírito do mal. Nem tudo se pode atribuir ao demônio, esquecendo-se o jogo das causas segundas e outros fatores psicológicos e até patológicos. 
68. Quanto ao “poder do mal”, não se exagere a sua importância. E não se presuma ter o poder de “expulsar” demônios. O exorcismo só pode ser exercido de acordo com o que estabelece o Código de Direito Canônico (Cân. 1172). Por isso, seja afastada a prática, onde houver, do Exorcismo exercido por conta própria.

 Infelizmente é o que vemos nos dias de hoje: jovens cantando e dançando, ao som vazio do 'funk', músicas "católicas" dentro das igrejas e, às vezes, até mesmo em frente ao Santíssimo Sacramento. Quantos escândalos são causados por esses que banalizam os bons costumes da Igreja, usando estes meios para "propagar" o Evangelho de Cristo.

Confira aqui o documento completo das Orientações Pastorais da CNBB sobre RCC.








Texto escrito pela indicação do leitor César da Rocha Pires.

Fonte: http://www.catolicostradicionais.com.br

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Cardeal Tarcisio Bertone se despede da Secretaria de Estado do Vaticano



Ninguém esperava. Esta cerimônia deveria ter sido a despedida do Cardeal Tarcisio Bertone e as boas vindas ao Monsenhor Piero Parolín como Secretário de Estado. Sem embargo, o Papa anunciou uma mudança no programa.

Cardeal Tarcisio Bertone

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Imagem para capa de perfil: 12 de outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida


Salve a imagem e coloque na capa de seu perfil!
(A imagem será salva no tamanho original)

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Um pássaro na terra, outro no ar.


Como seria se fosse diferente?
Como seria ao contrário?
Fico pensando aqui comigo,
minha mente mais parece um aquário.

Trocar o que já é!
Cambiar tudo de lugar.
O que está molhado,
quem sabe enxugar?

Trocar pode ser perigoso!
Não sei como seria.
Trocar esse por aquele,
não sei se caberia!

Como seria sem a vida?
Como seria se eu não estivesse mais aqui?
Isso não posso responder,
pois ainda não morri!

Cesar da Rocha Pires.
09/10/2013

terça-feira, 8 de outubro de 2013

IGREJA OU CIRCO? PRESBITÉRIO OU PALCO?

Escrevo, pois fui inspirado, ou melhor, fui obrigado diante das atuais circunstâncias.

Por: Cesar da Rocha Pires.


            Os Templos Católicos sempre foram conhecidos como locais de encontro com Deus, de silencio e de calma. A luz colorida formada num conjunto sol e vitral, juntamente com o ambiente escuro e o som do órgão ao fundo, para mim formam a imagem da casa de Deus. Porém, não é mais isso que vejo, não só por causa das novas arquiteturas dos novos templos, mas por outros fatores que lhes contarei em seguida.

            O teatro é um forte instrumento de persuasão, ele chama a atenção e muitas vezes consegue passar a mensagens melhor do que qualquer outro meio. Mas percebo que as peças teatrais estão ganhando um espaço que não lhes pertencem. Estão abandonando se não ao todo, mas em partes o seu local próprio, ou seja: auditórios e ambientes preparados para o mesmo.

            Em algumas igrejas de nosso Brasil, vemos que o presbitério é transformado em palco: Não é mais o Altar que é o destaque, mas as pessoas que usurpam o Sagrado. Padres omitem em partes ou integralmente a homília dominical, para que tais peças teatrais ou no termo técnico esquetes, possam acontecer e passar de uma forma “mais divertida” a mensagem do Evangelho. Diga-se de passagem, que em algumas vezes tais encenações são de origem protestante. Pelo jeito dois mil anos de tradição não são suficientes, pois é necessário beber de outras fontes. Como já disse acima, peças teatrais tem sim um grande poder de sedução, que pode ser usado para pregar a mensagem do Evangelho, mas definitivamente a Missa não é o lugar para tal evento!

            Alguns presbitérios passaram a acolher danças e momentos de total desorganização. Nossa Padroeira é sujeitada a entrar ao lado da imagem pagã da “deusa” justiça, como vimos em um dos dias da novena da Padroeira na cidade de Aparecida do Norte no ano de 2013. “Danças litúrgicas” estão na moda! É dança para acolher a Palavra de Deus, é dança para acolher a imagem do padroeiro, é dança para cantar o Santo, é dança para qualquer coisa! Sobre isto, não há outra forma a não ser lembrar as palavras do Cardeal Francis Arinze, Prefeito Emérito da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos: “A dança é algo estranho ao rito latino da Missa [...] E as pessoas que estão discutindo a dança litúrgica, deveriam usar o seu tempo rezando o Rosário”.

            O que está acontecendo com alguns de nossos sacerdotes? O que está acontecendo com os cuidados na sacralidade da Santa Missa?

            Brasil. Outrora Terra de Santa Cruz, Terra que parece sofrer, aos poucos, com a perda da noção do Sagrado!

IN DEFENSIO VERITATIS

sábado, 5 de outubro de 2013

Rolando Rivi enfim é Beatificado!


Foi beatificado hoje o jovem seminarista Rolando Rivi (1931-1945). Martirizado pelos comunistas aos 14 anos, na Itália, por estar portando sua batina.

Nos anos 40, após os nazistas ocuparem o seminário, todos os estudantes foram mandados para casa.

Longe dali, eles continuavam rezando e estudando, mas, Rolando Rivi continuou usando sua batina, apesar da perigosa onda anticlerical e até do conselho de seus pais para que deixasse de fazê-lo.

Em 1945, após a celebração do Santo Sacrifício, Rivi – que sempre vestia sua batina – acabou capturado pelos partiggiani – um movimento armado de cunho marxista e anticatólico. Ele permaneceu sendo torturado física e verbalmente pelos carrascos por três longos dias.

Ao fim, todo ferido, ajoelhou-se para receber dois tiros… e a palma do martírio.

“Estou estudando para ser padre e a batina é o sinal que eu sou de Jesus”.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

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