"Por isso, digo-vos: não tenhais medo de construir a vossa vida na Igreja e com a Igreja! Sede orgulhosos do amor a Pedro e à Igreja que lhe foi confiada. Não vos deixeis enganar por aqueles que desejam opor Cristo à Igreja! Só existe um rochedo sobre o qual vale a pena construir a própria casa. Esta rocha é Cristo. Só há uma pedra sobre a qual vale a pena fundamentar tudo. Esta pedra é aquele a quem Cristo disse: 'Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja' (Mt 16, 18)".

Papa Bento XVI.
Discurso durante o encontro com os jovens no parque de Błonia. Cracóvia, 27 de Maio de 2006.

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terça-feira, 8 de outubro de 2013

IGREJA OU CIRCO? PRESBITÉRIO OU PALCO?

Escrevo, pois fui inspirado, ou melhor, fui obrigado diante das atuais circunstâncias.

Por: Cesar da Rocha Pires.


            Os Templos Católicos sempre foram conhecidos como locais de encontro com Deus, de silencio e de calma. A luz colorida formada num conjunto sol e vitral, juntamente com o ambiente escuro e o som do órgão ao fundo, para mim formam a imagem da casa de Deus. Porém, não é mais isso que vejo, não só por causa das novas arquiteturas dos novos templos, mas por outros fatores que lhes contarei em seguida.

            O teatro é um forte instrumento de persuasão, ele chama a atenção e muitas vezes consegue passar a mensagens melhor do que qualquer outro meio. Mas percebo que as peças teatrais estão ganhando um espaço que não lhes pertencem. Estão abandonando se não ao todo, mas em partes o seu local próprio, ou seja: auditórios e ambientes preparados para o mesmo.

            Em algumas igrejas de nosso Brasil, vemos que o presbitério é transformado em palco: Não é mais o Altar que é o destaque, mas as pessoas que usurpam o Sagrado. Padres omitem em partes ou integralmente a homília dominical, para que tais peças teatrais ou no termo técnico esquetes, possam acontecer e passar de uma forma “mais divertida” a mensagem do Evangelho. Diga-se de passagem, que em algumas vezes tais encenações são de origem protestante. Pelo jeito dois mil anos de tradição não são suficientes, pois é necessário beber de outras fontes. Como já disse acima, peças teatrais tem sim um grande poder de sedução, que pode ser usado para pregar a mensagem do Evangelho, mas definitivamente a Missa não é o lugar para tal evento!

            Alguns presbitérios passaram a acolher danças e momentos de total desorganização. Nossa Padroeira é sujeitada a entrar ao lado da imagem pagã da “deusa” justiça, como vimos em um dos dias da novena da Padroeira na cidade de Aparecida do Norte no ano de 2013. “Danças litúrgicas” estão na moda! É dança para acolher a Palavra de Deus, é dança para acolher a imagem do padroeiro, é dança para cantar o Santo, é dança para qualquer coisa! Sobre isto, não há outra forma a não ser lembrar as palavras do Cardeal Francis Arinze, Prefeito Emérito da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos: “A dança é algo estranho ao rito latino da Missa [...] E as pessoas que estão discutindo a dança litúrgica, deveriam usar o seu tempo rezando o Rosário”.

            O que está acontecendo com alguns de nossos sacerdotes? O que está acontecendo com os cuidados na sacralidade da Santa Missa?

            Brasil. Outrora Terra de Santa Cruz, Terra que parece sofrer, aos poucos, com a perda da noção do Sagrado!

IN DEFENSIO VERITATIS

Um comentário:

Márcia Faria Quintiliano disse...

As profecias de Nossa Senhora em La Salete estão se cumprindo ao pé da letra,acho que você já deve ter lido estas profecias... triste realidade pois não obedeceram o Santo Padre Bento XVI , quando ele disse: Não mais palmas e danças durante a Liturgia, e o mesmo ainda disse , A Santa Missa Não é um espetáculo,enfim ele vinha tentando acabar com estas heresias e profanações, mas infelizmente teve que sair antes!

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